30 maio 2018

30 Chaves para Ativar Abundância

Nos últimos dias, tenho percebido que escassez é a principal palavra que circula na mídia, redes sociais, nas ruas, já notou? Sem dúvida, isso está impactando a forma como muitas pessoas tocam suas vidas e os resultados que alcançam no trabalho.

Gostaria de saber como você está, e venho perguntar: como está lidado com este momento de intensas mudanças? Está conseguindo observar o efeito da crise no seu estado emocional e evitar ser dominada pela negatividade geral?

Este ano estou completando sete anos de atuação como coach e mentora de negócios e carreira. Neste caminho, aprendi que cuidar do padrão mental responde por 80% dos resultados que alcançamos. Pode acreditar!

Com isso, quero dizer que seus pensamentos habituais exercem uma influência imensa na forma como você toma decisões e como age no dia-a-dia. Assim, o pensamento “não tenho o suficiente” vem automaticamente e pode tomar conta do seu diálogo interno. Isso vira um hábito, uma programação mental que molda sua realidade.


Com certeza a situação atual desafia, e muito, nosso equilíbrio e paciência, e tem sido desafiador também para mim. No entanto, compreender que há uma restrição na distribuição de recursos é diferente de comprar a ideia que vivemos num mundo de escassez, onde tudo falta.

Escassez é a grande mentira que vem sendo contata a séculos e que mantém as pessoas no medo, na luta e na competição. O medo de faltar é um fenômeno mundial que afeta ricos e pobres e que se intensifica em momentos onde há maior restrição na circulação dos recursos, como agora.

De toda forma, em momentos como este que nosso País atravessa o pensamento “não temos o suficiente” se alastra como uma praga e a tendência é a retração pelo medo. Por isso, é preciso tomar cuidado com atitudes impulsivas e evitar envolver-se em discussões, que somente trazem mais problemas.

Para sair dessa, vejo como importante ter clareza que enfrentamos um problema de distribuição dos recursos, e isso é diferente de acreditar que vivemos num mundo de escassez ou que “somos escassos”, afinal, a causa desta restrição é humana e política, estando longe de ser uma condição natural.

Qual a importância disso? Tomamos decisões a partir do que acreditamos ser possível e da forma que você acreditar, assim decidirá, e assim será!

Todas as pessoas desejam uma vida abundante e para transformar nossa realidade atual precisamos, em primeiro lugar, nos adaptar, sermos flexíveis e retomar a confiança para fazer escolhas a partir de uma intenção de crescimento. Esse é o primeiro passo para reprogramar nossa mente e sintonizar com a frequência da abundância. Simmm...abundância é uma frequência e vamos falar mais sobre isso.

A mente abundante é um tema que me fascina! Por isso, vou compartilhar aqui aprendizados, ferramentas e oportunidades para crescimento na carreira e nos negócios por meio de uma série que intitulei “30 Chaves para Ativar a Abundância”.

Gostou? Serão 30 princípios para sintonizar construir prosperidade, mesmo em tempos de crise. Tudo isso inspirado nos 30 meses em que estudei empreendedorismo e liderança na Califórnia e nesta jornada empreendedora intensa e repleta de lições que batem à minha porta todos os dias.

Ficarei muito contente em interagir com você, receber seus feedbacks e que temas gostaria de saber mais.

Como superar o medo da Escassez?



Você sente que ainda não tem dinheiro suficiente ou tem medo de perder o que já conquistou?

Poucas pessoas parecem admitir, mas conviver com mulheres em diferentes contextos nos últimos anos me fez perceber que, no fundo, temos os mesmos desafios, vulnerabilidades e pouco espaço para falar sobre como alcançar prosperidade e liberdade financeira respeitando a nossa natureza feminina.
Em minha profissão convivo diariamente com empreendedoras que estão tocando pela primeira vez o próprio negócio e executivas que ocupam posição de liderança em grandes empresas. Algumas ganham bastante dinheiro, outras estão empenhadas em aprender a gerar o próprio sustento e crescimento.

Sabe o que elas têm em comum? Talvez você se surpreenda, pois a princípio isso me intrigou: independente do saldo bancário ou das posses que elas têm, a maioria vive com um medo secreto da escassez que gera um permanente estado de alerta e preocupação. Sabe aquela ideia de que “ainda não estou ganhando o suficiente” ou “e se alguma coisa acontecer”? Bate uma exaustão, não é?

Pois bem, percebi que ainda vivemos a maior parte do tempo com medo de faltar, e que este é um fenômeno mundial, que afeta ricas e pobres. Nos afeta. Me afeta. Afeta as grandes milionárias, pois existe o medo de perder o que já conquistou, o medo de não conquistar o que quer, de não conseguir se tornar quem você quer ser ou, simplesmente, sentir que não está encontrando satisfação com o que ganha ou na forma como utiliza o seu dinheiro.

Ideias como "não tenho tempo suficiente, não tenho conhecimento ou experiência suficiente, não dormi o suficiente, não fiz exercícios o suficiente, não tenho clientes o suficiente, não sou bonita o suficiente"...podem vir automaticamente e tomar a maior parte de nosso diálogo interno, de nosso tempo. Isso vira pode formar um padrão mental que molda sua realidade, pois acaba criando uma existência pautada pela insatisfação.

Tenho visto muita gente ressoar com estas ideias. Passei boa parte da vida numa "caça" desenfreada para conquistar o que eu achava que estava faltando, até que cansei de olhar a metade do copo vazio e resolvi investigar uma nova possibilidade para ser mais próspera e realizada.


Graças a uma mudança de padrão mental alcancei uma nova perspectiva e hoje levo a lida com mais confiança e leveza, e me sinto profundamente inspirada em trazer mais clareza para esta grande mentira que é a escassez. Isso é sério, pois um padrão mental apoiado na escassez é o principal obstáculo que impede empreendedoras e executivas de ter autoconfiança e liberdade financeira.

Quando parei e busquei ajuda profissional de quem já chegou aonde eu queria estar, quando considerei uma nova possibilidade, pude começar a ativar a abundância em minha própria vida para valer, e tudo mudou.

Então, hoje pergunto: se essa sensação de “não ter o suficiente” deixasse de estar presente para você, quem poderia se tornar e o que poderia alcançar?


Se este assunto toca você, quero que saiba que estou aqui para conversar e descobrimos juntas como você pode se fortalecer neste momento. 

09 novembro 2017

Como a abundância está fluindo em sua vida?

Você sente que ainda não tem o suficiente ou tem medo de perder o que já conquistou?

Poucas pessoas admitem, mas conviver com mulheres em diferentes contextos nos últimos sete anos me fez perceber que, no fundo, temos os mesmos desafios e vulnerabilidades, e pouco espaço para falar sobre isso sem sermos julgadas.

Em minha profissão convivo diariamente com profissionais no mundo das start-ups e das megacorporações, desde empreendedoras que estão começando pela primeira vez o próprio negócio após deixar cargo e salário até executivas que ocupam posições de liderança em grandes empresas. Algumas tem muito dinheiro, outras estão aprendendo a ganhar o próprio sustento.

Sabe o que elas têm em comum? Talvez você se surpreenda, pois a princípio isso também me intrigou: independentemente do saldo bancário ou das posses que elas têm, a maioria vive com um medo secreto da escassez que gera um permanente estado de alerta e preocupação. Sabe aquela ideia de talvez “ainda não ter o suficiente” ou aquela apreensão de que alguma coisa possa acontecer e você “ficar sem”?

Pois bem, ao ler o imperdível “The Soul of Money”, de Lynne Twist, uma importante filantropa e captadora de recursos internacional, pude confirmar que ainda vivemos a maior parte do tempo com medo da falta, e percebi que este é um fenômeno mundial, que afeta ricos e pobres. Nos afeta. Me afeta. Afeta os grandes milionários. O medo de perder o que já conquistou. O medo do fracasso, de não conquistar o que você quer ou de não conseguir se tornar quem você quer ser.

Não tenho tempo suficiente…não tenho dinheiro suficiente...não dormi o suficiente...não fiz exercícios o suficiente...não tenho clientes o suficiente...não sou magra o suficiente. Este tipo de pensamento pode vir automaticamente e tomar boa parte de nosso diálogo interno e do tempo. Pode virar um mantra, formar um padrão mental que molda sua realidade, pois acaba criando uma existência pautada pela insatisfação. Você se identifica ou conhece alguém que está passando por isso agora?

Tenho visto muita gente ressoar com estas ideias, e, após passar a maior parte da vida na caça por conquistar o que achava que ainda estava faltando, cansei de olhar a metade do copo vazio e resolvi investigar uma nova possibilidade: comecei a estudar a biografia das pessoas bem-sucedidas e qual a chave que as leva a prosperar. Comecei a fazer um trabalho interno mais sério e praticar mais ativamente a gratidão. Passei a estudar as leis da abundância, a buscar ajuda profissional para liberar o que me impedia e a transformar meu ponto de vista por completo.

Assim, passo a passo, minha realidade prática foi se transformando e hoje, tendo fortalecido a confiança em meus próprios recursos e estando bem mais alinhada ao meu propósito – que é o de ajudar pessoas a realizar seu pleno potencial, me sinto profundamente inspirada em buscar trazer mais clareza para esta grande mentira que é a tirania da escassez, de confrontar essa ideia dominante em nossa sociedade que vivemos num mundo de recursos escassos, que “não tem para todo mundo” e que precisamos lutar e competir pela sobrevivência.

Quando parei, respirei, considerei uma nova possibilidade e busquei ajuda pude começar a ativar a abundancia em minha própria vida para valer, e tudo mudou. Então, hoje te pergunto: e se essa sensação de “não ter o suficiente” deixasse de ser presente para você, quem você poderia se tornar e o que seria possível alcançar?


21 agosto 2016

Como lidar com uma crise que é maior que você?


Você já acordou com muita vontade de realizar e, ao mesmo tempo, sentindo-se bloqueada para alcançar seus sonhos? Está desafiador manter a positividade e a confiança em si e nos outros, pois o mundo é visto, sentido e repercutido pela maioria das pessoas e pela mídia como um “mundo cão”. 

É por isso que parei de assistir televisão.

Estamos passando por uma grande transformação no plano individual e coletivo. Se olharmos com olhos atentos, é possível testemunhar uma grande abertura das pessoas para o autoconhecimento e a emergência de diversas iniciativas luminosas, voltadas à construção de uma nova realidade. 

Exemplos recentes são eventos inéditos como a Virada Zen em São Paulo, que em sua primeira edição atraiu dez mil pessoas para o Parque do Ibirapuera para praticar yoga, construir uma rede de apoio e celebrar a vida. Vemos multiplicar oportunidades de conexão, novas práticas de cura e muitos grupos de convivência e apoio aos processos de expansão da consciência.

Em contraponto, há a emergência de uma sombra que vem como um forte movimento de resistência que se expressa no crescimento da violência. Embora a característica natural dos seres humanos seja a consciência plena - por isso crianças pequenas são naturalmente alegres - mais tarde forma-se um lado “negativo” na personalidade humana devido aos traumas sofridos. Assim, ocorre a projeção da sombra: todo o desequilíbrio que acontece na vida individual projeta-se no plano coletivo.

É importante admitir, também, que certas pessoas que detém o poder político e econômico estão interessadas em espalhar a crise. A elas interessa o desespero e a ignorância das massas.  São pessoas extremamente egoístas, que somam menos de 1% da população mundial, e que acreditam que possuem este planeta, que podem continuar a manipular a imensa maioria da população mundial mantendo-a na escassez, enquanto usufruem de 90% da riqueza disponível. São os mesmos que continuam apostando na guerra para a tentativa de resolução de conflitos e que controlam a industrias dos alimentos e medicamentos que fazem mal a saúde das pessoas. 

A repercussão dos tristes eventos de violência gera muito sofrimento e disseminam a desesperança, por isso são amplamente repercutidos na televisão. Você já parou para pensar em que tipo de realidade você está deixando entrar em sua casa?  Essas ações sem sentido levam ao desempoderamento das pessoas em todos os níveis. Muitas passam a sentir-se impotentes e inadequadas diante da tentativa de promover ações para a construção de um futuro mais positivo. 

Certa vez me peguei pensando: “como você pode dedicar tanta energia para ajudar mulheres a viver fazendo o que amam enquanto pessoas são esmagadas em praça pública”? Pegou a ideia? O mesmo acontece em relação à violação do sagrado feminino, pois não interessa ao status quo que as mulheres recuperem o seu poder, mas este é um processo inexorável.

Estamos diante de uma importante escolha e precisamos completar a transição para formas mais elevadas de inteligência, onde o aspecto sutil é considerado como parte da vida. Na prática, teremos que transformar por completo o entendimento do que é a realidade, sabendo que é muito maior e melhor do que pensamos. 

A ideia dominante que somente a matéria existe está na base de todas as formas de desequilíbrio. Qualquer pessoa que tenha uma prática de meditação sabe que isso não é verdade. Precisamos recuperar a capacidade de sonhar, e faz parte do processo aprender a acreditar no invisível.
Esta crise mundial é um rito de passagem, um movimento de mudança muito maior do que eu e você. É hora de voltar para dentro e, em seguida, dar passos mais ousados. Procure reconhecer o quanto você já caminhou, o quanto já fez, o quando já se curou, e caso você ainda não tenha prestado atenção nisso, a hora de começar é agora. 

Tenho buscado me conectar com gente que está no mesmo movimento, e assim posso ver quantas maravilha estão acontecendo no mundo. Transformar a realidade requer cultivar centramento, buscar fluidez, meditar, respirar, observar onde ainda estamos sendo sombrias, como podemos melhorar nos relacionamentos e vencer as próprias resistências para cumprir com nosso propósito. 

O mundo sutil está presente, é muito maior do que imaginamos e está nos amparando. Einstein dizia “é campo que controla a matéria”, e não o contrário. O dia a dia da vida material é somente a ponta de uma realidade muito ampla, profunda, rica e luminosa. Podemos criar uma nova realidade ao confiar naquilo que não se pode ver e controlar, e ao idealizar o mundo em que queremos viver, fazer esta co-construção de uma nova sociedade. 

Você ainda se permite sonhar?