09 fevereiro 2016

Como será o Amanhã?

Neste momento de incertezas você pode estar se perguntando como é que vai ser de agora em diante, como poderá administrar os desafios que vem pela frente. A maioria das pessoas está sofrendo de insegurança e questionamentos. 

Nas últimas semanas, estive em busca de uma compreensão mais ampla e profunda do momento e das tendências para 2016. Conversei com empresários, executivos, mentores, terapeutas e líderes espirituais. Pude participar de encontros com gente sábia e conectada, compartilhar de trabalhos transformadores e rodas de conversa esclarecedoras. Assim, fiquei inspirada em compartilhar este artigo.

O futuro que muitos visualizam tende a ser sem hierarquia, sem paredes, com mais tecnologia, fluidez do tempo, convívio harmônico com animais e plantas, qualidade de vida, colaboração, troca e empatia.  Relações pautadas por integridade, cordialidade e trabalho com propósito a serviço da coletividade. Já imaginou? Que maravilha!

Porém, para manifestar o futuro desejado, a humanidade precisa transcender o próprio egoísmo que tem afundado pessoas e organizações numa batalha sem sentido. Assim, a agenda mais importante é o autoconhecimento: saber quem você é para fortalecer seus talentos e qualidades, conhecer suas fraquezas para superá-las e cumprir com seu papel. Estamos em busca da mesma coisa: vida com significado, o que passa por resgatar o que é essencial na sua vida.  

Nestes encontros, a percepção consensual é que estamos numa imensa transição, uma mudança de era e paradigma que ocorre num plano mais amplo do que pensamos, trazendo repercussões intensas no mundo corporativo, em empreendedores de todos os setores e nas diversas instituições sociais. Eu, você e o mundo todo fazemos parte deste fluxo de mudanças.

Trata-se de um processo evolucionário no qual tudo o que é verdadeiro resiste e tudo o que é errado, que está apoiado na mentira e na exploração, irá decair. Devido ao total desalinhamento entre economia, meio ambiente e valores humanos, o cenário é de dissolução de tudo o que não funciona mais, o que traz uma sensação de esgotamento da política, das empresas, dos profissionais e das pessoas. Respire...

Desde 2010 ocorre uma intensa aceleração do tempo. Você já percebeu como está sempre correndo contra o relógio? Segundo a mentora Márcia Lerina, esta aceleração irá se intensificar em 2016 (respire novamente!), haverá tumulto até o mês de julho e mudanças podem ocorrer de uma forma percebida como catastrófica. No segundo semestre começa a haver uma grande carência pelo novo e, portanto, abertura para inovações.

Assim, Márcia explica que o momento é de simplificar a vida, evitando metas materiais grandes, e aprender a confiar e fluir. Como? Prática diária de exercícios respiratórios, meditação ou alguma forma de relaxamento. Aprender a relaxar virou questão de sobrevivência, pois com mais aceleração, se você não se cuidar, seu sistema nervoso pode pifar. Se perceber aumento da resistência - mais dúvidas, medo, ansiedade ou tensão, é preciso pedir ajuda. Que tal uma boa conversa com amigos confiáveis ou parentes queridos? Talvez seja o momento de fazer coaching ou terapia. Buscar uma rede de apoio é importante.

Fluidez é o que pede 2016. Fluir é fazer junto, colaborar, comunicar-se sem violência e, principalmente, cuidar do seu centramento. Em nenhum outro momento foi tão importante aprender a ouvir sua própria voz interior e as outras pessoas sem julgamento. Quando as coisas não saírem como você quer, procure perceber se está culpando os outros e busque modificar sua atitude para transformar a situação. Assim, você evita rotas destrutivas.

Em direção ao futuro desejado, é vital acolher as crianças e os jovens para ajudar a integrá-los às gerações anteriores, trazendo a sabedoria dos maduros unida ao potencial inovador. Lembre-se que 2016 será o ano da grande travessia.

Queremos chegar inteiros do outro lado para construir um novo mundo, pautado por novas formas de inteligência. Desenvolva sua intuição e siga os sinais que o universo estará trazendo a você, a cada dia. E que venha 2016!






28 novembro 2015

Mude o seu mundo!

Como ser feliz em meio a tanta negatividade da época atual? 
É possível ser contente ao acordar, e ainda estender esta alegria para o resto do dia?

Viver nas grandes cidades pode ser uma experiência incrível, mas também pode tornar-se uma experiência infernal. Aquilo que internalizamos: conversas, informação e principalmente a comida, exerce uma grande influência em nosso estado interno. No final, é seu estado de espírito que dá o tom, e nenhum lugar será bom o suficiente enquanto houver guerra dentro de você. Estamos em guerra no mundo inteiro, pois a maioria das pessoas está perturbada. 

O antídoto para a negatividade é conhecer e cultivar a sua verdadeira natureza (o lado positivo que reside em você), blindar-se contra a influência nociva da mídia (sim, chega de noticiários tóxicos) e de pessoas que atuam como "vampiros energéticos". Fundamental é desintoxicar a alimentação...assim, ao remover o que polui sua percepção, a alegria emerge espontaneamente. E quando você está alegre, espalha alegria!

Pense bem: o que você oferece ao mundo diariamente, o melhor ou o pior de si? As pessoas de seu convívio vão responder como um espelho. A cidade em que vivemos são verdadeiros espelhos de nosso mundo interior, pois somos criadores de realidades e podemos transformar nossas experiências. Toda ação gera uma reação, esta é a lei da Causa e Efeito, tão líquida e certa como a Lei da Gravidade.

Hoje sinto-me empoderada para falar sobre isso e ajudar outras pessoas a fazerem a sua transição para uma vida com mais significado. Mas, não foi sempre assim. Todos nós temos dias cinzentos.
Quando finalmente superei minhas próprias crises e pude compreender quem sou e para que existo, tudo ficou mais fácil e coerente. Passei a ter um forte senso de direção e, ao colocar meus talentos em ação, veio a prosperidade e a alegria. Com isso, consegui assumir total responsabilidade pelo que acontece em minha vida. 

Quando você acessa sua alegria verdadeira, sente vontade de viver para valer, e de compartilhar. Despertar a alegria muda tudo. Transforma sua realidade por completo e melhora a vida de quem está perto de você. Todos nós temos dons e talentos, que trouxemos ao mundo para poder realizar a nossa missão de vida. Este não é um mundo aleatório. Não somos máquinas, tampouco animais inteligentes. Somos seres humanos, criativos por natureza. Somos quânticos.

Por isso, nunca acredite que não é capaz, boa ou forte o bastante para mudar. Você pode fazer a diferença e ajudar a formar a massa crítica de pessoas mais conscientes. Esta nova visão abrirá caminho para um sistema de trabalho que permite o bem-estar físico, emocional, mental, espiritual e social. Já imaginou?

Sempre sonhei, desde pequena, a mudar o mundo.
Por isso, concluo hoje com um pedido: por favor, ajude-me a transformar o mundo. 
Mude o seu mundo!


* Este artigo deu origem à palestra realizada no evento “SP + Zen”, no MAM/SP em 29/08/2015.

20 julho 2015

A saída para a crise está dentro de casa.

Apesar o noticiário macabro, a cada dia emergem novas demonstrações de amor. São tantas pessoas dispostas a agir por uma mudança mais profunda e, conforme a sensação de caos aumenta, cresce o sentimento de que “temos que fazer alguma coisa”. Diz-se que a crise é institucional, política, socioeconômica, ambiental. Realmente, tudo está tão difícil lá fora! Como ainda podemos sonhar em mudar o mundo? Penso sobre isto todos os dias.

A crise é também familiar e pessoal. Aí nós entramos, pois precisamos intervir na situação que se apresenta. Em toda a parte, o ser humano se comporta de maneira monstruosa: a indiferença e o egoísmo imperam nas decisões. Ao efeito deste conjunto de escolhas mal formuladas chamamos crise.

O que podemos fazer? Em primeiro lugar, sair da apatia e lembrar que o “outro” é um “outro você”. A maioria das pessoas desconhece a própria natureza e trata as outras como coisas. A barbaridade invade nossas casas, e não apenas por meio da “telinha”, mas acompanha cada indivíduo na forma como se relaciona, com mais ou menos gentileza, diante daqueles que cruzam seu caminho.

De fato, a cultura midiática da violência banaliza tudo e todos, traz a impressão de que o mundo não tem jeito, e acabamos perdendo a capacidade de ter compaixão para com o sofrimento. Isso é terrível! Precisamos sair desta redoma que nos prende no medo. Estamos perdendo nossa humanidade, é dito “normal” colocar interesses econômicos e individuais acima de tudo. Parece bobo falar disso, pois até mesmo a vida perdeu valor.

Para descongelar é indispensável resgatar valores femininos que foram renegados ao longo da História. Aquelas que geram a vida e educam as crianças ainda são violadas em direitos fundamentais como a liberdade, a integridade física e moral. A mulher sofre todo tipo de abuso, há séculos, e não deveria parecer estranho que o mundo esteja assim.

Fala-se em combate à pobreza e em sustentabilidade, mas proteger de verdade os direitos das mulheres é uma briga que poucos compram. Jamais haverá sociedade equilibrada, próspera e sustentável enquanto mães e meninas em todo o mundo forem tratadas como seres de segunda categoria com salários menores, restrição à educação, exploração, agressão, mutilação e até mesmo assassinato dentro da própria família.

Muitos homens posicionam-se contra a discriminação da mulher enquanto perpetuam suas posições superiores. Felizmente, a crise coloca luz em tudo o que precisa ruir, abrindo caminho para inovações e movimentos construtivos em prol do empoderamento feminino e do resgate de valores como a compaixão, a generosidade, a gentileza, a beleza e a colaboração, bases para as verdadeiras mudanças que queremos ver no mundo.
Embora o sagrado feminino ainda seja combatido, permanece viva a sabedoria e o poder regenerador da mulher. Aquelas que se mantém conectadas à essência geram e multiplicam riqueza, relacionam-se com graça e amorosidade. Elas são inclusivas, buscam sentido na vida e abrem-se para o autoconhecimento, para descobrir o real propósito da vida. Bata visitar eventos em torno desta temática e constatar que mais de 80% das pessoas presentes são mulheres!

Elas estão sedentas por sentido e querem gozar uma vida mais plena de significado, justiça e liberdade. Estão abertas para a lição de casa fundamental: trabalhar a si mesmas, rever visões e padrões de conduta. Tenho convicção que a solução para nossos problemas comuns virá pela transformação das próprias pessoas e que a s saída para a crise é o próprio processo de transformação global que está em curso.
Para mudar nossa própria vida, que tal cuidarmos melhor das relações em nossa própria família, trazendo mais tolerância, expurgando a violência que lá existe? “Cuidar de nossa pequena família para então influenciar nossa grande família, a sociedade”, diz o sábio Prem Baba.

São muitas as razões que me fazem tão motivada em ajudá-las a galgar o próximo passo significativo na carreira e nos negócios. Precisamos de jovens idealistas em ação, mais mulheres em postos de comando e empresárias de negócios conscientes! A mulher que conquista clareza sobre seu propósito de vida e o coloca em ação alcança uma vida mais alegre, abundante e deixa o seu legado, pois devolve ao mundo o que recebe. Ela multiplica, pois traz esta semente em sua própria natureza. O mundo está precisando de colo de mãe. Que tal começar por ser mais gentil consigo mesma? Vamos honrar e cuidar de nossas mulheres.

21 abril 2015

Uma vida plena de abundância espera por você!

Publicado em Nowmaste: http://www.nowmaste.com.br/uma-vida-plena-de-abundancia-espera-por-voce/

O que impede as pessoas? Não tenho tempo, não tenho dinheiro suficiente. Se geralmente essas questões se colocam diante de você como obstáculos quando pensa em realizar seus sonhos, lhe convido para uma reflexão ativa que pode ajudar a ampliar sua consciência e capacidade de ação.
Vamos começar com uma questão fundamental: a ideia é projetar você, aqui e agora, para fora desta matriz. Papel e caneta nas mãos? Então, vamos lá. Escolha um local tranquilo, sente-se confortavelmente com os pés apoiados no chão, respire fundo algumas vezes, e pergunte: se eu tivesse todo o tempo e dinheiro do mundo, qual seria a minha escolha de vida? Deixe as respostas virem, mente aberta, sem julgamentos...

Fiz esta prática recentemente, sob a orientação de Rikka Zimmerman, e fui inundada por um intenso fluxo de insights que confidencio a você: eu trabalharia durante três dias da semana, durante cinco horas por dia; teria um espaço de trabalho super agradável e bem decorado, com uma biblioteca aberta aos visitantes e lanchinhos deliciosos para servir aos clientes; teria uma equipe super bem preparada para apoiar todas as necessidades! Além disso, permitiria que os clientes pagassem o quanto quisessem, e atenderia a alguns em modelo pró bono. Na verdade, ofereceria orientação a quem precisasse, sem esperar nada em troca! Neste espírito, organizaria reuniões com grandes líderes globais para ajudar a ampliar sua consciência em decisões importantes, e assim contribuir para transformar o mundo. Além disso, teria um centro de retiros fora da cidade e receberia, de coração aberto, profissionais para facilitar programas. Educaria meus filhos com amor e liberdade e incentivaria que escolhessem o que lhes agrada, e os ensinaria a viver com coragem e ajudar outras pessoas. Comeria apenas alimentos vegetarianos orgânicos e compraria produtos e serviços apenas de empresas e marcas sustentáveis. Por fim, viajaria o mundo ajudando as pessoas a irem mais longe...

Agora, a parte mais curiosa: após colocar os mais profundos sonhos no papel, imediatamente percebi que já estou tomando algumas destas ações, e que outras podem ser colocadas em prática com algum ou nenhum dinheiro a mais. Com um pouco mais de auto cuidado e presença, e não necessariamente tanto tempo, é possível avançar! Outras conquistas podem vir ao longo da vida, desdobramentos destes pequenos passos já ao alcance.
E você, o que nota a respeito de seus sonhos? Se persistem dúvidas em sua mente, procure relaxar seus pensamentos, feche os olhos e entre em contato com seu coração. Procure ouvir os batimentos, a vibração, pergunte a ele e sinta a resposta: “coração, se eu escolhesse viver desse jeito, como você se sentiria”?

Você consegue perceber um “sim”, alegre, jovial, espontâneo, vindo lá do fundo? Então, quem está no caminho trazendo estes “nãos”? Sua mente, certo? Já ouviu dizer que “a mente mente”?  Por fim, vamos checar seu senso de merecimento. Conecte-se com seu coração novamente. Lembre-se que ele é o seu “Eu” maior, aquele que sabe melhor. Traga ao coração, silenciosamente, os valores mais importantes que você incluiu na vida dos seus sonhos e pergunte a ele: “eu mereço viver esta vida”? Anote as percepções. Agora, pergunte ao seu “eu menor” a mesma questão. Note que geralmente o pequeno “eu” quer saber “como” você vai fazer para conseguir e começa a pensar e pensar.


Ao conectar-se sinceramente a este exercício, se você percebeu que muitas vezes coloca “o carro na frente dos bois”, querendo saber “como” vai conseguir isso e aquilo sem ao menos se permitir sonhar e escolher o que quer, te convido para adotar uma nova autoafirmação. Se quiser, pode chamá-la de mantra, ou oração: “eu mereço ter a vida dos meus sonhos, eu honro o meu Eu maior e o meu eu menor para ter uma vida plena de sentido e significado”. A sugestão é repetir esta afirmação diariamente, antes de dormir ou ao acordar, durante pelo menos trinta dias. Para trazer esta consciência em ação, elabore: qual seu próximo passo? Que tal colocá-lo em prática? Há uma vida abundante esperando por você! Vamos?