<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080</id><updated>2012-01-20T20:43:26.569-02:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade do Ser</title><subtitle type='html'>Espaço dedicado para troca sobre desenvolvimento humano e sustentabilidade mundial. A importância da formação de novas lideranças. Engajamento da humanidade na construção de uma nova ordem. Ampliação da consciência e transformação global. Registrar práticas exemplares, trocar fontes e pensatas sobre o tema.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-3912636761980137012</id><published>2012-01-17T11:27:00.003-02:00</published><updated>2012-01-17T11:30:30.280-02:00</updated><title type='text'>A Cooperação e a Colaboração</title><content type='html'>Por Artur Berberian Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Percebo que muitas pessoas utilizam a Cooperação e a Colaboração em seus trabalhos e me chama a atenção o fato destas duas palavras serem utilizadas para o mesmo fim. Trago hoje uma reflexão e um maior esclarecimento sobre a Cooperação e a Colaboração e a relação entre elas.&lt;br /&gt;Um ambiente Colaborativo é aquele que proporciona ferramentas, processos ou espaços físicos que favorecem à interação, por exemplo: uma área de trabalho onde não há divisórias entre as mesas dos funcionários, uma ferramenta de rede social que permite contato com demais pessoas que compartilham de uma mesma percepção ou um plano de metas que distribui os resultados igualmente entre todos. São ações que uma organização pode adotar e que trazem um efeito geralmente muito positivo.&lt;br /&gt;Já a Cooperação está ligada à relação entre as pessoas. São as atitudes entre as pessoas que mostram a cooperação, como por exemplo: ouvir o outro, respeitar, acolher, compartilhar idéias e decisões. São comportamentos que, uma vez apresentados e aceitos pelas pessoas, tornan-se um hábito comum e flui de forma natural sendo nutrido por elas.&lt;br /&gt;Isso não quer dizer que devemos escolher entre Colaboração ou Cooperação, nada disso. Apenas precisamos estar cientes que ambas são complementares. Porém a Cooperação é mais profunda e extrapola os limites da organização levando a Cooperação para outras pessoas nas ruas, casas e famílias.&lt;br /&gt;Pense comigo: imagine que em uma organização com um ambiente somente colaborativo, com espaços compartilhados de trabalho e metas coletivas, mas sem nenhum trabalho direto com as pessoas, sejam retiradas estas ferramentas colaborativas. As pessoas continuariam a se relacionar como antes?&lt;br /&gt;Por isso fiz questão de apresentar o meu ponto de vista em relação à Colaboração e à Cooperação. Apesar de complementares não são a mesma coisa.&lt;br /&gt;Entendeu o espírito da coisa? "&lt;br /&gt;Artur Berberian Filho - &lt;a href="http://www.jogosespiritodacoisa.com.br/"&gt;www.jogosespiritodacoisa.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-3912636761980137012?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/3912636761980137012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2012/01/cooperacao-e-colaboracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/3912636761980137012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/3912636761980137012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2012/01/cooperacao-e-colaboracao.html' title='A Cooperação e a Colaboração'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-8573903046906688272</id><published>2012-01-06T15:06:00.002-02:00</published><updated>2012-01-06T15:10:43.175-02:00</updated><title type='text'>Busque dentro de você</title><content type='html'>Busque dentro de você - tradução livre de Eileen caddy - Findhorn Foundation*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o início de um novo ano. Ninguém sabe ao certo o que este ano trará, mas a sua atitude perante ele pode fazê-lo o mais glorioso dos anos. Não desperdice tempo ouvindo previsões para o ano novo, simplesmente fixe em sua consciência que este será o ano mais maravilhoso possível e, assim, ajude a concretizá-lo. A sua atitude e mentalidade são tão vitalmente importantes!&lt;br /&gt;Busque constantemente em si mesmo, trabalhe a partir daquela parte mais profunda de seu Ser, que é a mesma ontem, hoje e sempre será. Eu Estou com cada um de vocês e sua percepção consciente de Minha presença irá conduzi-lo através de toda turbulência e confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Constantly Seek Within&lt;br /&gt;Now is the start of the new year. No one knows what this year will bring, but your attitude towards it can make it the most glorious of years. Waste no time listening to predictions for the coming year, simply hold in your consciousness that this will be the most wonderful year possible and help bring it about. Your whole attitude and outlook are so vitally important. Constantly seek within, work from that innermost part of your being which is the same yesterday, today and forever. I AM within each one of you and your conscious awareness of My presence will carry you through all turmoil and confusion."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* One of the co-founders of the Findhorn Community, Eileen Caddy, received guidance from the "still, small voice within" and shared it with others in the community for more than 40 years. Today we continue this tradition by printing her guidance in the community's weekly newsletter and by sharing it with the wider world through this mailing list. &lt;a href="http://www.findhorn.org/"&gt;www.findhorn.org&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-8573903046906688272?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/8573903046906688272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2012/01/busque-dentro-de-voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8573903046906688272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8573903046906688272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2012/01/busque-dentro-de-voce.html' title='Busque dentro de você'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-4846833778385877298</id><published>2011-12-31T13:03:00.000-02:00</published><updated>2011-12-31T13:03:12.663-02:00</updated><title type='text'>http://www.enlightennext.org/magazine/j21/white.asp</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.enlightennext.org/magazine/j21/white.asp"&gt;http://www.enlightennext.org/magazine/j21/white.asp&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-4846833778385877298?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/4846833778385877298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/httpwwwenlightennextorgmagazinej21white.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/4846833778385877298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/4846833778385877298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/httpwwwenlightennextorgmagazinej21white.html' title='http://www.enlightennext.org/magazine/j21/white.asp'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-6292557584718891407</id><published>2011-12-29T17:18:00.000-02:00</published><updated>2011-12-29T17:20:37.521-02:00</updated><title type='text'>Balanço Ambiental de 2011 – Por Washington Novaes</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mundosustentavel.com.br/2011/12/balanco-ambiental-de-2011-por-washington-novaes/#.Tvy8tgCfEUN.blogger"&gt;Balanço Ambiental de 2011 – Por Washington Novaes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se completarem 30 anos da Política Nacional de Meio Ambiente, o grande avanço certamente é a ampliação das consciência da sociedade em torno dos grandes problemas ambientais – que ainda precisa ser traduzida em ações pelo poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Washington Novaes, jornalista, é supervisor geral do Repórter Eco. Foi consultor do primeiro relatório nacional sobre biodiversidade. Participou das discussões para a Agenda 21 brasileira. Dirigiu vários documentários, entre eles a série famosa “Xingu” e, mais recentemente, “Primeiro Mundo é Aqui”, que destaca a importância dos corredores ecológicos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www2.tvcultura.com.br/reportereco/artigo.asp" target="_blank"&gt;Fonte: Repórter Eco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2011 termina com mais um motivo para inquietação, já que a reunião da Convenção do Clima na África do Sul não conseguiu aprovar nenhum compromisso obrigatório para os países reduzirem suas emissões de poluentes que agravam mudanças climáticas. E o último balanço diz que em 2010 elas chegaram a 30,6 bilhões de toneladas de carbono, já próximas do limite de 32 bilhões de toneladas; se ele for ultrapassado, dizem os cientistas, não será possível conter o aumento da temperatura da Terra em 2 graus Celsius – e os chamados desastres climáticos serão muito graves do que já são, atingindo dezenas de milhões de pessoas a cada ano. O Brasil já é um dos cinco maiores emissores do planeta, com mais de 10 toneladas anuais de carbono por pessoa.&lt;br /&gt;Mesmo com todos os riscos, continuamos com mais de 5 milhões de pessoas morando em áreas sujeitas a desastres. E o município de São Paulo anunciou que só daqui a 30 anos livrará a cidade do risco de inundações. Já a Agência Nacional de Águas informou que mais de metade dos municípios brasileiros enfrentarão sérios problemas com abastecimento de água, se até 2025 não foram investidos 70 bilhões de reais. Na área do saneamento, o balanço do IBGE mostra que mais de 50% dos domicílios brasileiros não contam com rede de esgotos.&lt;br /&gt;O ano foi marcado também por intensa polêmica em torno do projeto de novo Código Florestal discutido pelo Congresso. Organizações ambientalistas criticaram principalmente a anistia a proprietários de terras que desmataram áreas de reserva obrigatória, assim como a redução de áreas de preservação à margem de rios, encostas e topos de morros.&lt;br /&gt;Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o desmatamento na Amazônia continua acima de 6 mil quilômetros quadrados por ano. E o desmatamento já atingiu 18 por cento do bioma. No Cerrado e na Caatinga, a perda está acima de 50 por cento. Na Mata Atlântica, em 93 por cento.&lt;br /&gt;Os dramas das cidades com o transporte se acentuaram. O país já tem cerca de 40 milhões de veículos. Só em São Paulo, mais de 7 milhões. Mas pouco se tem avançado na implantação de sistemas eficientes de transporte coletivo, que reduzam o número de veículos nas ruas e o nível de poluição do ar.&lt;br /&gt;Já a área de energia foi marcada pela polêmica em torno da implantação da hidrelétrica de Belo Monte, na Amazônia, que chegou até a manifestações no exterior e na Organização dos Estados Americanos.&lt;br /&gt;Começou a ser implantada a Lei Nacional de Resíduos Sólidos, que contém muitos princípios positivos, mas sem vinculação de recursos. E sem definir com clareza se será ou não permitida a incineração de lixo.&lt;br /&gt;Ao se completarem 30 anos da Política Nacional de Meio Ambiente, o grande avanço certamente é a ampliação das consciência da sociedade em torno dos grandes problemas ambientais – que ainda precisa ser traduzida em ações pelo poder público.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-6292557584718891407?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/6292557584718891407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/balanco-ambiental-de-2011-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6292557584718891407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6292557584718891407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/balanco-ambiental-de-2011-por.html' title='Balanço Ambiental de 2011 – Por Washington Novaes'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-1480259061471239277</id><published>2011-12-15T18:10:00.001-02:00</published><updated>2011-12-15T18:12:36.221-02:00</updated><title type='text'>A Economia da Felicidade</title><content type='html'>A Economia da Felicidade, por Jeffrey D. Sachs, professor de Economia na Universidade de Colúmbia, EUA NOVA IORQUE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vivemos numa era de alta ansiedade. A despeito da riqueza mundial sem precedentes, há uma vasta insegurança, inquietação e insatisfação. Nos EUA, uma grande maioria dos americanos acredita que o país está "no caminho errado". O pessimismo está nas alturas, e o mesmo se dá em muitos outros países. Diante desse contexto, é chegada a hora de se reconsiderar as fontes básicas de felicidade na nossa vida econômica. A incessante busca por mais renda está levando a uma desigualdade e ansiedade sem precedentes, em vez de a uma maior felicidade e satisfação com a vida. O progresso econômico é importante e pode de fato melhorar em muito a qualidade de vida, mas somente se for exercido em consonância com outras metas. Nesse respeito, o reino no Himalaia do Butão tem sido o pioneiro. Quarenta anos atrás, o Quarto Rei do Butão, jovem e recém empossado, fez uma notável opção: o Butão iria buscar a "Felicidade Interna Bruta" em vez do Produto Interno Bruto. Desde então, o país tem experimentado uma abordagem alternativa e holística para o desenvolvimento, que enfatiza não somente o crescimento econômico, mas também a cultura, a saúde mental a compaixão e o senso de comunidade. Dúzias de especialistas recentemente se reuniram na capital do Butão, Thimphu, para fazer um balanço do desempenho daquele país. Fui o co-anfitrião com o Primeiro Ministro, Jigme Thinley, um líder em desenvolvimento sustentável e um grande campeão do conceito de "FIB". Reunimos-nos na seqüência de uma declaração que foi feita em julho pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que por sua vez convocou seus países membros para que examinassem como que suas respectivas políticas nacionais poderiam promover a felicidade em suas sociedades. Todos aqueles que se reuniram em Thimphu concordaram com a importância de que seja buscada a felicidade em vez da renda nacional. A questão que examinamos é como se alcançar a felicidade num mundo que está caracterizado pela rápida urbanização, mídia de massa, capitalismo global e degradação ambiental. Como que a nossa vida econômica pode ser re-ordenada para recriar um senso de comunidade, confiança e sustentabilidade ambiental? Em seguida listo algumas das conclusões iniciais. Primeiro não deveríamos denegrir o valor do progresso econômico. Quando as pessoas estão com fome, privadas das suas necessidades básicas, tais como água limpa, assistência medica e educação, e sem um emprego significativo, elas sofrem. O desenvolvimento econômico que mitiga a pobreza é um passo vital na promoção da felicidade.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, a incessante busca pelo aumento do PIB com a exclusão de outras metas também não é o caminho para a felicidade. Nos EUA, o PIB aumentou agudamente nos últimos 40 anos, mas a felicidade não. Em vez disso, a obcecada busca pelo aumento do PIB gerou maiores desigualdades de riqueza e poder, impulsionou o crescimento de uma vasta subclasse, aprisionou milhões de crianças na 2&lt;br /&gt;pobreza, e provocou uma séria degradação ambiental. Em terceiro, a felicidade é alcançada através de uma equilibrada abordagem à vida tanto pelos indivíduos quanto pelas sociedades. Como indivíduos, ficamos infelizes se nos forem negadas as necessidades básicas materiais, mas também ficamos infelizes se a busca por maiores rendas substitui nosso foco na família, amigos, comunidade, compaixão e na manutenção de um equilíbrio interior. Como sociedade, uma coisa é organizar as políticas públicas para manter os padrões de vida ascendentes, mas outra bem diferente é subordinar todos os valores da sociedade na busca do lucro. Mesmo assim a política nos EUA tem cada vez mais permitido que os lucros corporativos dominem todas as demais aspirações: e de, justiça, confiança, saúde física e mental, e sustentabilidade ambiental. As doações feitas por corporações nas eleições cada vez mais corroem o processo democrático, com as bênçãos da Suprema Corte dos EUA. Em quarto, o capitalismo global apresenta muitas ameaças diretas à felicidade. Ele está destruindo o meio-ambiente natural através da mudança climática e de outros tipos de poluição, enquanto que a incessante torrente de propaganda da indústria petrolífera mantém muita gente ignorante disso. Ele está debilitando a confiança social e a estabilidade mental, com a prevalência de depressão clínica aparentemente em ascensão. Os meios de comunicação em massa se tornaram meros pontos de venda para as "mensagens" corporativas, e com isso os americanos sofrem de uma crescente gama de vícios consumistas. Considere como a indústria de fast-food usa óleos, gorduras, açúcar e outros ingredientes viciantes para criar uma insalubre dependência em alimentos que contribuem para a obesidade. Um terço de todos os americanos é obeso. E o resto do mundo irá eventualmente nos seguir a menos que os demais países restrinjam essas perigosas práticas corporativas, incluindo a publicidade de alimentos insalubres e viciantes para crianças pequenas. Mas o problema aqui não é apenas a alimentação. A publicidade de massa está contribuindo para muitos outros vícios, que por sua vez implicam em grandes custos de saúde pública, incluindo excesso de TV, jogatina, uso de drogas, tabagismo e alcoolismo. Em quinto, para promover a felicidade, precisamos identificar os diversos fatores além do PIB que podem elevar ou baixar o bem-estar da sociedade. A maioria dos países investe para medir o PIB, mas despende pouco para identificar as fontes de uma saúde sofrível (como fast-foods e excesso de TV), de uma declinante confiança social e da degradação ambiental. Uma vez que compreendamos esses fatores, podemos agir de acordo. A insana busca por lucros corporativos está nos ameaçando a todos. Na verdade, deveríamos apoiar o crescimento econômico e o desenvolvimento, mas somente num contexto mais amplo: que promova a sustentabilidade ambiental e os valores de compaixão e honestidade que são requeridos para a confiança social. A busca pela felicidade não deve ficar confinada àquele lindo reino montanhês do Butão. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeffrey Sachs é Professor de Economia e Diretor do Earth Institute na Universidade de Colúmbia. Ele também é Conselheiro para o Secretário Geral das Nações Unidas no tocante às Metas de Desenvolvimento do Milênio.&lt;br /&gt;&lt;http:&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-1480259061471239277?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/1480259061471239277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/economia-da-felicidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/1480259061471239277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/1480259061471239277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/economia-da-felicidade.html' title='A Economia da Felicidade'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-7685977828864553061</id><published>2011-12-06T21:47:00.000-02:00</published><updated>2011-12-06T21:47:31.464-02:00</updated><title type='text'>Economia e Ambiente - duas faces da mesma moeda</title><content type='html'>&lt;a href="http://eduardofelipematias.blogspot.com/2011/12/artigo-guia-exame-de-sustentabilidade.html?spref=bl"&gt;Globalização e Sustentabilidade: Artigo - Guia Exame de Sustentabilidade 2011&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova governança global Com o poder do Estado diluído pela globalização, a agenda do crescimento sustentável depende cada vez mais da atua...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-7685977828864553061?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/7685977828864553061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/economia-e-ambiente-duas-faces-da-mesma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/7685977828864553061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/7685977828864553061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/12/economia-e-ambiente-duas-faces-da-mesma.html' title='Economia e Ambiente - duas faces da mesma moeda'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-8850588978739643906</id><published>2011-11-07T14:54:00.002-02:00</published><updated>2011-11-07T14:55:01.291-02:00</updated><title type='text'>Ser como criança</title><content type='html'>“Seja muito, muito simples, livre de complexidades, bem natural, como são as crianças pequenas, despreocupadas sobre o que ocorreu no dia de ontem ou com o que poderá acontecer amanhã, mas vivendo e aproveitando o eterno Presente , o Agora em toda sua plenitude. Nunca tente possuir nada, nem tente se agarrar ao que quer que seja, por que quando você o faz, já não pode ser como são as crianças, pois fica repleto de medo, com medo de perder aquilo a que está tentando se agarrar. Quando você é capaz de abrir seu coração e compartilhar todas as boas e perfeitas dádivas que nos são proporcionadas, sem se apegar a nada, então saberá o verdadeiro significado da liberdade de Espírito e estará verdadeiramente livre. Quando tudo está fluindo neste espaço aberto e você não tem nada a esconder, que sensação mais gloriosa esta é!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução livre de Findhorn Community, Eileen Caddy.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-8850588978739643906?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/8850588978739643906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/11/ser-como-crianca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8850588978739643906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8850588978739643906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/11/ser-como-crianca.html' title='Ser como criança'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-6119585742269698081</id><published>2011-10-26T20:38:00.001-02:00</published><updated>2011-10-26T20:43:49.943-02:00</updated><title type='text'>Faxina na Alma - Carlos Drummond Andrade</title><content type='html'>"Não importa onde você parou...em que momento da vida você cansou...o que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar.Recomeçar e dar uma nova chance a si mesmo...e renovar as esperanças na vida e o mais importante:acreditar em você de novo.Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chorou muito? Foi limpeza da alma...Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia...Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos...Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora...Pois é... agora é hora de reiniciar...&lt;br /&gt;de pensar na luz...&lt;br /&gt;de encontrar prazer nas coisas simples de novo.Que tal um novo emprego?Uma nova profissão?Um corte de cabelo arrojado, diferente?Um novo curso...&lt;br /&gt;ou aquele velho desejo de aprender a pintar...&lt;br /&gt;desenhar...&lt;br /&gt;dominar o computador...&lt;br /&gt;ou qualquer outra coisa...Olha quanto desafio...&lt;br /&gt;quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.Está se sentindo sozinho? Besteira...&lt;br /&gt;tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento"...tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você.Quando nos trancamos na tristeza...nem nós mesmos nos suportamos...ficamos horríveis...o mal humor vai comendo nosso fígado...até a boca fica amarga.Recomeçar...&lt;br /&gt;hoje é um bom dia para começar novos desafiosOnde você quer chegar?&lt;br /&gt;Ir alto...&lt;br /&gt;sonhe alto...&lt;br /&gt;queira o melhor do melhor...queira coisas boas para a vida...&lt;br /&gt;pensando assim trazemos para nós aquilo que desejamos...pensamos pequeno...&lt;br /&gt;coisas pequenas teremos...já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor...o melhor vai se instalar na nossa vida.E é hoje o dia da faxina mental...joga fora tudo que te prende ao passado...&lt;br /&gt;ao mundinho de coisas tristes...Fotos...&lt;br /&gt;peças de roupa, papel de bala...&lt;br /&gt;ingressos de cinema...bilhetes de viagens...&lt;br /&gt;e toda aquela tranqueira que guardamos&lt;br /&gt;quando nos julgamos apaixonados...jogue tudo fora...&lt;br /&gt;mas principalmente...&lt;br /&gt;esvazie seu coração...fique pronto para a vida...&lt;br /&gt;para um novo amor...Lembre-se: somos apaixonáveis...somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...afinal de contas...Nós somos o "Amor"...Porque somos do tamanho daquilo que vemos,&lt;br /&gt;e não do tamanho da nossa altura."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto cedido pelo querido professor e amigo João Cortez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-6119585742269698081?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/6119585742269698081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/10/faxina-na-alma-carlos-drummond-andrade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6119585742269698081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6119585742269698081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/10/faxina-na-alma-carlos-drummond-andrade.html' title='Faxina na Alma - Carlos Drummond Andrade'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-8754126845202826041</id><published>2011-04-15T16:56:00.001-03:00</published><updated>2011-04-15T17:17:23.282-03:00</updated><title type='text'>Ativismo Quântico, criatividade e o propósito da existência</title><content type='html'>Já ouviu falar em &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;Ativismo&lt;/span&gt; Quântico? Pois bem, estive em um &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;workshop&lt;/span&gt; ministrado pelo célebre físico indiano &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;Goswami&lt;/span&gt; (http://amitgoswami.org), organizado pela Editora &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;Aleph&lt;/span&gt; em São Paulo, e logo nos primeiros cinco minutos desatei a chorar. Foi choro de alma, pois na fala dele visualizei tudo o que tenho aprendido de mais relevante nessa jornada de &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;autodesenvolvimento&lt;/span&gt; que é a &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;yoga&lt;/span&gt;, e também o trabalho voltado à “&lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt;”. &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;Compartilho&lt;/span&gt; aqui um pouco do que vi e aprendi por lá: O trabalho do Dr. &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt;, &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;PhD&lt;/span&gt;., está centrado no conceito de não-localidade, isto é, não local é tudo aquilo que está fora do espaço e do tempo, de modo &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;compartilhado&lt;/span&gt; e &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;interconectado&lt;/span&gt;. A consciência, por exemplo! Segundo &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt;, a capacidade de amar – e de aprender – está “armazenada” num espaço não-local, e não dentro do cérebro, como prega a ciência tradicional mecanicista há anos, inclusive por meio da educação que a maioria de nós recebeu. Minha grande descoberta – e emoção - foi ver fundamento científico (de acordo com a física quântica) para algumas das vivências mais marcantes que já tive durante estados de meditação profunda, em que &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;experimentei&lt;/span&gt; o “jorrar” de um amor imenso e intenso, vindo de uma fonte primordial, um único ponto guardado em algum lugar do universo e capaz de emanar todo o amor, a glória e a bondade que existem manifestados neste mundo. Bem, voltando ao &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;workshop&lt;/span&gt;, tudo começou com uma pergunta simples e complexa ao mesmo tempo: Qual o propósito da vida?? Para &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt;, a vida é uma agenda de aprendizado (o que concordo totalmente – quem não vive suas “lapidações”?). Para podermos &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;vivenciar&lt;/span&gt; o verdadeiro Amor e a Graça que esta vida pode nos oferecer, temos que escolher hábitos de vida que nos &lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;possibilitem&lt;/span&gt; cumprir com nossa “agenda”. Mas que agenda é essa? Para &lt;span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt;, o “&lt;span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error"&gt;Dharma&lt;/span&gt;” é a agenda de cada um, a missão que cada um tem a desempenhar neste mundo, e ao cumprir com este nosso propósito sentimos imensa felicidade, alegria, bem-&lt;span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error"&gt;aventurança&lt;/span&gt; (em minha jornada, aprendi que para descobrirmos qual é o nosso &lt;span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error"&gt;Dharma&lt;/span&gt;, devemos investir em conhecer a nós mesmos e nos desenvolver espiritualmente). Falou-se também sobre a Criatividade, que pode ser traduzida como o processo de encontrar novos significados, e o grande mecanismo para mudarmos o &lt;span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error"&gt;atual&lt;/span&gt; estado do mundo. Para &lt;span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt;, os estágios do processo criativo são: - Preparação (ego em &lt;span id="SPELLING_ERROR_25" class="blsp-spelling-error"&gt;ação&lt;/span&gt; - buscamos diversas informações sobre o assunto em questão) - Incubação (período em que processamos de alguma forma as informações) - &lt;span id="SPELLING_ERROR_26" class="blsp-spelling-error"&gt;Insight&lt;/span&gt; repentino (aquela “luz” que se acende...). Para isso, precisamos estar relaxados, meditar, “abafar” o ego. Não por acaso, minhas melhores &lt;span id="SPELLING_ERROR_27" class="blsp-spelling-error"&gt;idéias&lt;/span&gt; surgem ao sair da empresa, ao entrar no banho ou ao acordar. Já passou por isso? - E finalmente a manifestação da nova descoberta, colocada em &lt;span id="SPELLING_ERROR_28" class="blsp-spelling-error"&gt;ação&lt;/span&gt;. Por isso, para podermos criar e renovar nossa própria existência, permitindo que infinitas possibilidades venham à nossa vida, &lt;span id="SPELLING_ERROR_29" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt; nos propõe o intrigante (e até mesmo engraçado!) modelo do “do-&lt;span id="SPELLING_ERROR_30" class="blsp-spelling-error"&gt;be&lt;/span&gt;-do-do”, ou seja, o “fazer-ser-fazer-ser-fazer...”. Em nosso &lt;span id="SPELLING_ERROR_31" class="blsp-spelling-error"&gt;cotidiano&lt;/span&gt;, especialmente no mercado de trabalho, valoriza-se apenas o fazer, fazer e fazer. Não por acaso, acabamos &lt;span id="SPELLING_ERROR_32" class="blsp-spelling-error"&gt;estressados&lt;/span&gt;, com a mente embotada, saúde abalada, relacionamentos colocados em segundo plano e com pobreza de &lt;span id="SPELLING_ERROR_33" class="blsp-spelling-error"&gt;idéias&lt;/span&gt; e dificuldade de encontrar soluções para nossos desafios. A solução? Abrir espaço para simplesmente Ser. Par mim, isto é meditar, relaxar, ter momentos de ócio e contemplação, &lt;span id="SPELLING_ERROR_34" class="blsp-spelling-error"&gt;contato&lt;/span&gt; com a natureza, o sagrado, a arte, o bem, o belo.... Isto trará energia renovada e capacidade de criar, inovar, encontrar as respostas que procuramos. Isto tudo está fundamentado na &lt;span id="SPELLING_ERROR_35" class="blsp-spelling-error"&gt;idéia&lt;/span&gt; de que é a consciência – e não a matéria – a base de toda a existência – e para criar, inovar, é preciso dar ouvidos e asas à nossa verdadeira consciência. Ele propõe uma nova Ciência, pautada pela física quântica, que harmonize a visão cientifica com a visão das diversas tradições espirituais, manifestada por meio de um movimento &lt;span id="SPELLING_ERROR_36" class="blsp-spelling-error"&gt;coletivo&lt;/span&gt; – eis o &lt;span id="SPELLING_ERROR_37" class="blsp-spelling-error"&gt;Ativismo&lt;/span&gt; Quântico - para disseminação de uma nova visão de mundo capaz de &lt;span id="SPELLING_ERROR_38" class="blsp-spelling-error"&gt;alavancar&lt;/span&gt; o processo de transformação global que tanto se discute &lt;span id="SPELLING_ERROR_39" class="blsp-spelling-error"&gt;atualmente&lt;/span&gt;. Desafiador? Não para &lt;span id="SPELLING_ERROR_40" class="blsp-spelling-error"&gt;Amit&lt;/span&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_41" class="blsp-spelling-error"&gt;Goswami&lt;/span&gt;! Aprofundarei este tema no próximo artigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-8754126845202826041?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/8754126845202826041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/04/ativismo-quantico-criatividade-e-o.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8754126845202826041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8754126845202826041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/04/ativismo-quantico-criatividade-e-o.html' title='Ativismo Quântico, criatividade e o propósito da existência'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-3863962990765937461</id><published>2011-03-10T12:01:00.005-03:00</published><updated>2011-03-10T12:11:39.350-03:00</updated><title type='text'>Reinventar o mundo ou a nós mesmos?</title><content type='html'>Artigo de Washington Novaes publicada esta manhã revela que bastaria 1,3 trilhão de dólares por ano para transformar a economia global numa "economia verde", segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Pois é, com apenas 2% do PIB mundial seria teoricamente possível migrar do atual estado de extração predatória, produção poluente, consumo e descarte irresponsável para novas práticas que viabilizem o desenvolvimento sem destruir o nosso meio. Não é muito, se pensarmos que são gastos US$ 1,4 trilhão com orçamentos para “defesa” das nações em todo o mundo por ano.&lt;br /&gt;(veja lista dos países que mais gastam com defesa em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_gastos_militares"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_gastos_militares&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser apenas um questão econômica, o que se demanda é uma mudança de foco – investimentos na paz por meio da construção da nova economia, sustentável e inclusiva, capaz de engrenar num movimento rumo ao desenvolvimento sustentável. “Apenas” US$ 420 bilhões são necessários por ano para solucionar a fome e os mais graves problemas sociais em todo o mundo - que são, afinal, a grande causa dos principais conflitos, instabilidades políticas e ameaças ao ambiente. Um ser humano sempre optará por sua sobrevivência - diante da miséria vale tudo para garantir a comida, mesmo que isso signifique destruir o meio em que vive, seja pela agricultura e extração predatória, poluição das águas, do solo, etc. Mas não estamos falando apenas de sobrevivência dos mais pobres, mas de ganância desenfreada de quem tem acesso e controle da riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos - se estes números são mais do que conhecidos, idem os problemas, idem as soluções possíveis, se temos os fóruns adequados para discutir articulações internacionais a altura destes desafios, conhecimento e tecnologia, por que simplesmente nada realmente consistente e decisivo é realizado para a mudança global? Pelo contrário, a destinação de recursos dos países ricos para ajudar a aplacar a miséria dos maios pobres tem diminuído para míseros 0,30% do PIB - não chega a meio por cento de toda a riqueza gerada no mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais trabalho com questões de sustentabilidade, mais vejo que a verdadeira reinvenção tem que partir de dentro para fora. Sempre que há uma reunião para discutir problemas comuns, começa o jogo de empurra, a defesa dos interesses particulares, a fatiação da solução. Esse atual estado do mundo - equivocado, ignorante e até mesmo esquizofrênico, é reflexo das pessoas vivendo em sociedade e que simplesmente não se identificam com seu meio. Vivem iludidas, achando que o meio está ali para lhes servir sem limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral, as pessoas estão identificadas demais com seus próprios interesses, e no topo da lista estão sempre aspirações puramente materialistas. O que importa é ter, cada vez mais. Claro que todos nós queremos prazer e conforto, a questão é: qual o limite? E quais os meios para alcançá-lo? É raro haver um senso de propósito ou de real significado para o que quer que seja (a atenção ao Ser está esquecida, ou muito pouco lembrada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tem poder político e econômico para gerar grandes transformações, em geral não está disposto a abrir mãos de nada importante em benefício do bem estar comum. Muitos “grandes líderes” não se importam com as conseqüências de suas decisões, e ainda tentam escamotear a realidade. É triste. Mesmo que isso signifique acabar com tudo, com nossa própria qualidade de vida, nos condenando a uma vida miserável e colocando em risco o que conquistamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reinventarmos o mundo, o que precisamos é partir de uma autotransformação – novos pontos de vista, novas visões de mundo, resgate de valores universais, pois somos seres universais. Não dá para reinventar nada com base em visões que deveriam estar ultrapassadas. O que é realmente importante para todos? Queremos de fato um mundo sustentável? Queremos mesmo ser felizes? Como buscamos esta felicidade? Para que estamos fazendo tudo o que fazemos? Conforme me disse em querido professor e sábio mestre – somos seres espirituais, vivendo uma existência material, e não seres materiais com ocasionais vivencias espirituais. É mudar tudo ao mesmo tempo, nós e o mundo, sentir e pensar diferente para agir diferente. Esta mudança requer o resgate de nossa dimensão humana e o acordar para todas as nossas potencialidades, só assim poderemos nos reconhecer como parte deste meio e agir (naturalmente) para o uso dos enormes e maravilhosos recursos de que dispomos, sem destruir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós deve se conhecer em profundidade para compreender seu real papel neste mundo, para poder viver de acordo com seus próprios valores, assim será mais fácil encontrar a maneira certa de agir e tomar as decisões que beneficiem o todo. Não precisamos mudar sete bilhões de pessoas, mas criar uma massa crítica de lideranças e multiplicadores para fazer a grande e necessária transformação acontecer. Este é um processo que começa com cada um cuidando de si e influenciando os demais, não adianta querer delegar para a ONU ou a OMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a íntegra do artigo de W. Novaes em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,reinventar-o-mundo--a-tarefa-da-rio--20,687748,0.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,reinventar-o-mundo--a-tarefa-da-rio--20,687748,0.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-3863962990765937461?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/3863962990765937461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/03/reinventar-o-mundo-ou-nos-mesmos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/3863962990765937461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/3863962990765937461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/03/reinventar-o-mundo-ou-nos-mesmos.html' title='Reinventar o mundo ou a nós mesmos?'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-5477696744313854894</id><published>2011-01-11T17:50:00.011-02:00</published><updated>2011-01-12T15:03:34.939-02:00</updated><title type='text'>Na essência, sustentabilidade é uma questão de espiritualidade</title><content type='html'>Em recente post no blog "Nosso Futuro Comum", Claudia Chow comenta o novo filme "A Hora Final" e clama pela solidariedade para o alcance de uma sociedade mais sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após 10 anos de atuação profissional com foco em políticas de sustentabilidade e temas "socioambientais" (de governos a corporações e ONGs), e passando por um intenso processo de auto desenvolvimento por meio da yoga e outras técnicas de autoconhecimento e ampliação da consciência, sinto como verdade em cada célula do meu ser que a abertura espiritual de cada um - com uma consequente projeção em escala global - é caminho inexorável para alcançarmos uma consciência mais ampla, a partir da qual poderemos modificar nosso propósito e modelo de vida. Somente munidos de uma nova visão é que poderemos colocar a economia e o mercado a favor da qualidade de vida e da felicidade das pessoas, ao invés da atual situação, em que somos escravos cegos de um sistema econômico que visa somente ao consumo e com ele caminhamos rumos à nossa própria destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise de Claudia, abaixo, traz um retrato muito atual - e lúcido - da situação. Agora, vejamos - existe alguma outra forma de modificar o padrão ideológico predominante, que não passe por uma expansão e reconfiguração de cada um de nós no plano individual, projetando uma nova visão em larga escala para o plano coletivo? Se cada um fizer a sua própria revolução interna (autodesenvolvimento, ou seja, a suprema valorização do "Ser"), naturalmente passará a praticar - em seu trabalho, família, vizinhança e por onde mais passar - uma forma mais sustentável de vida - novos valores para novas práticas. Senão, quem fará por nós? Formamos a humanidade, e a mudanca tem que vir de dentro para fora, não há outro modo.&lt;br /&gt;As três questões que mais intrigam o Homem, desde a mais remota época, são as clássicas "quem somos", "de onde viemos" e "para onde vamos"?. Porém, a busca pelas respostas tem sido delegada para a "Ciência", como se algum técnico de laboratório ou um astrônomo atrás das lentes pudesse nos trazer as respostas. Sem um propósito firme na vida e a noção de que cada um é responsável por tudo o que acontece consigo, e ciente também que tudo o que fazemos produz uma consequência - e que somos responsáveis, portanto, pelo que produzimos no mundo - falar em sustentabilidade acaba sendo mera retórica. Meditemos nesses conceitos. A meditação remove a ignorância ("não-saber"), traz clareza e verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post de Claudia Chow sobre "A Hora Final", em "Nosso Futuro Comum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os cientistas avisam que bilhões, vários bilhões de seres humanos, irão perecer e levar consigo outros tantos bilhões de seres vivos. Provável não ter mais saída. A razão para essa crença é que fazemos parte de uma teia interligada, somos totalmente dependentes dela e nós já a destruímos de forma irreversível em vários itens, polinização, água, solo fértil, clima e sequer cogitamos parar de destruir. E muitos se enganam sobre a forma para pararmos. Para piorar, a maior parte das pessoas – os comuns – está completamente inconsciente sobre o que está por vir. Já a classe dirigente, a superclass, temos duas categorias: os que sabem e fingem não saber e os que não sabem ou escamoteiam as ameaças com soluções tecnológicas impossíveis de se concretizar. Enfim, ainda somos regidos pela ganância, individualismo e ignorância sobre os elos vitais que nos trouxeram até aqui. Teríamos que mudar para solidariedade, coletividade e conhecimento imediatamente e em escala universal para conseguirmos nos adaptar às mudanças inevitáveis que vem pela frente. Isso está fora de questão. As pessoas ainda são muito cruas e incompletas para tal mudança. Não consigo festejar nem com os seminários que parecem raves e reúnem bacharéis em torno da sustentabilidade, porque só se fala muito sobre isso, mas sem nada concreto, muito menos uma mudança profunda e reversão total de valores dos que falam. Na verdade, continuamos com o pé no acelerador em direção ao precipício. Os principais projetos pelo mundo afora ainda são megaconstruções, crescimento populacional contínuo, obesidade e falta de saúde alarmantes, erradicação da pobreza através de disseminação do consumismo para todos com a indústria cuspindo estruturas insustentáveis como carros, aviões, armas, etc. a cada segundo. Todos agem como se o território do planeta fosse inesgotável para essa materialização contínua e o projeto econômico e político é sempre o mesmo, só que a cada vez maior velocidade. Não tem jeito. Nós iremos continuar nosso aprendizado de forma intangível, em outras dimensões, onde até ali poucos de nós irão se encontrar. Rezo para depois achar o sentido disso tudo, dessa perda de consciência de coletividade tão profunda que está por trás da nossa extinção iminente e do fim da vida nesse planeta. O que mais assusta é ver o risco de fim da água e da comida, dois itens sem os quais não teremos nada e dois itens que nada contribuímos para existirem. "&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-5477696744313854894?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/5477696744313854894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/01/na-essencia-sustentabilidade-e-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5477696744313854894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5477696744313854894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2011/01/na-essencia-sustentabilidade-e-uma.html' title='Na essência, sustentabilidade é uma questão de espiritualidade'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-7939903763092473311</id><published>2010-12-27T16:19:00.005-02:00</published><updated>2011-01-11T17:43:54.981-02:00</updated><title type='text'>Por uma vida que valha a pena ser vivida</title><content type='html'>Desde que voltei a trabalhar no mercado corporativo têm sido mais raros os momentos em que consigo dedicar tempo para escrever. Então, aproveito a brecha entre Natal e Ano Novo!&lt;br /&gt;Em meio a esta vida frenética que se vive hoje – pelo menos nas cidades – o que acaba me preocupando mais é a falta de tempo para Ser, já que a todo o tempo temos que fazer, fazer, fazer. Esta questão de “viver uma vida que valha a pena” tem sido muito presente em mim - de fato, a maior preocupação que sinto não é mais ter isto ou aquilo, mas viver a vida de um modo que possa aproveitar a “dádiva” que é estar viva. Para isto é preciso limpar da mente e do coração um bocado de ilusões, já que em meio a tantas tarefas a cumprir, contas a pagar, expectativas dos outros a atender, toda a forma de estresse para lidar - trânsito, poluição, lixo e barulho por toda a parte - muitas vezes, a vida pode parecer mais uma condenação.&lt;br /&gt;Depois de quase 10 anos de yoga e muita terapia, vejo claramente que a paz interna é o grande alicerce para a felicidade mais duradoura - um estado de ser que permanece apesar das flutuações do dia-a-dia e dos fatos e acontecimentos mais corriqueiros. E a maior parte desta paz chega quando vai embora o medo – em todas as suas formas. A paz toma o espaço antes ocupado pelo medo e traz uma sensação de rara liberdade e fé na vida.&lt;br /&gt;Nos últimos anos, passei por muitos acontecimentos difíceis, muita lapidação, e junto com a superação do sofrimento alcancei um estado bem mais destemido e equânime.&lt;br /&gt;Por certo que o bem estar ainda depende em grande parte do que acontece (ou deixa de acontecer), mas acho que conquistei um eixo que já não balança mais por qualquer vento. Também deixei de ser pautada por tanta ambição, hoje o que me motiva são certas aspirações, tudo muito mais ligado ao Ser mesmo – e talvez o único medo que tenha permanecido é o de não aproveitar a vida de verdade - o medo de desperdiçar a vida!&lt;br /&gt;A rotina corporativa consome muito, os objetivos e motivações são na essência egoístas. Até mesmo as iniciativas aparentemente altruístas são, na maioria das vezes, mais algum meio para se atingir um determinado fim, que na ponta do processo será sempre mais vendas, incentivo ao consumo ou dividendos (para alguém que nem conhecemo, claros!) Por isso que valorizo tanto um dia-a-dia aprazível, cultivar o bem estar nas míninas coisas do cotidiano. Ter paz em casa é fundamental. E manter a atenção ao propósito e significado das nossas ações, para não perder o senso crítico do que se está fazendo e para quê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este campo da “sustentabilidade corporativa” traz um mar sem fim de discursos demagógicos e procedimentos burocráticos. Sim, com o diria o José Simão, “tucanaram” a sustentabilidade! Hoje é fácil encontrar alguma ferramenta ou novas tecnologias “às pencas” que se prestam a apontar soluções para questões que poderiam ser resolvidas pelo simples bom senso. É preciso muito foco e desapego para não se perder em meio a parafernália de tranqueiras tecnológicas, indicadores, ISOs, regulamentações, “conformidades” (leia-se: estar de acordo com a burocracia). Isso sem falar dos colegas que trabalham com “sustentabilidade” e que se acham acima dos outros mortais – esta talvez seja a faceta mais triste desta história – a pretensa busca pela sustentabilidade tem servido para inflar mais ainda os egos e ao invés de unir pode separar ainda mais as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que considero como fundamental - para qualquer um - especialmente para aqueles que pretendem liderar iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável – que cuidem em primeiro lugar da sua ecologia interna – busque se conhecer de verdade, cuidar da sua alimentação, da qualidade dos seus pensamentos e sentimentos, da qualidade das suas atitudes e das relações com os outros, nos diversos aspectos da vida. Por que fica impossível se importar com a reciclagem do lixo em casa quando não se percebe ao menos quanto lixo que é absorvido diariamente devido a este estilo de vida entoxicante que a maioria das pessoas tolera, e que deixamos o sistema perpetuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou cada vez mais convencida de que o desenvolvimento da espiritualidade é a chave para a sustentabilidade tão almejada – pois se cada um se conectar a si mesmo e conseguir reconhecer a presença divina no mundo, passará a se identificar com os demais, deixando fluir o amor a agindo com mais solidariedade. Então, fazer a coisa certa passa a ser a opção mais natural. Este tema dá uma tese e será pauta para os próximos artigos.&lt;br /&gt;Um Feliz 2011 a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-7939903763092473311?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/7939903763092473311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/12/por-uma-vida-que-valha-pena-ser-vivida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/7939903763092473311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/7939903763092473311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/12/por-uma-vida-que-valha-pena-ser-vivida.html' title='Por uma vida que valha a pena ser vivida'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-6712571654100273871</id><published>2010-09-14T11:42:00.007-03:00</published><updated>2010-09-14T12:13:45.338-03:00</updated><title type='text'>Um bilhão de subnutridos</title><content type='html'>Segundo um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), 925 milhões no mundo vivem em estado de subnutrição. Nos últimos 15 anos o número de pessoas nesta condição inaceitável caiu menos de 10%, e continua girando em torno de 1 bilhão de seres humanos!&lt;br /&gt;Há muito tempo estamos perdendo a batalha contra a fome, a guerra, o terrorismo, a destruição ambiental e todas as outras mazelas que nossa sociedade produz. O mais triste de tudo isso é que não parece haver uma real perspectiva de mudança no curto prazo, pois a humanidade está de fato vivendo num estado de total alienação da realidade e de profunda ignorância em relação a nossa própria qualidade do que é ser humano. O que impera é uma total crise de valores onde falta o mais básico senso de pertencimento a este mundo em que vivemos. É como se todos vivessem aqui, mas não fossem daqui, pois tudo e todos se tratam como entidades isoladas que nada têm haver com os demais. A noção de interdependência e solidariedade está (aparentemente?) perdida e o que se vê é só uma ganância sem fim para ganhar, ganhar, ganhar, enquanto isso todos só tem a perder, perder, perder!&lt;br /&gt;As pessoas simplesmente não se identificam minimamente com o seu semelhante - não é incrível? Pois se não fosse assim, não haveria toda esta desgraça ocorrendo a nossa volta. Tudo isso é fruto da própria ação humana, pois no mundo há recursos e conhecimento suficientes para mudar o curso da coisas. Falta o reconhecimento da espiritualidade, da moralidade, falta amor.&lt;br /&gt;Enquanto não conseguirmos desenvolver uma massa crítica de pessoas espiritualmente conscientes, capazes de reconhecr o mundo como ele de fato é - a nossa casa - e as outras pessoas como membros de uma mesma irmandade (afinal somos ou não somos uma espécie humana?) e portanto agir de acordo com os valores de preservação de nossa gente e de nosso meio, só aumentará a destruição até um ponto de tragédia incalculável, de caos de fato. Pois se não conseguirmos promover as transformações necessárias a tempo, este sistema falido irá ruir de vez. Estamos produzindo uma vida de condenação e sofrimento para a imensa maioria, tá tudo fora do lugar, nem os ricos são de fato felizes. Como podemos resgatar o sentido da vida como uma dádiva e oportunidade de evolução? Não é pelo consumo e pela violência, certamente.&lt;br /&gt;Cada um precisa ter a coragem para olhar dentro de si, em silêncio, e começar a conhecer quem de fato é e para que está nesta vida.&lt;br /&gt;Por fim, faço um apelo para que as empresas parem com essa maquiagem verde ridícula que não engana a mais ninguém - vamos ter um mínimo de vergonha na cara e usar a comunicação para educar as pessoas a fazer o que é certo, ao invés de ficar gastando milhões para se vangloriar de ser a mais sustentável nisso e naquilo. Pois o que é a sustentabilidade senão um estado almejado e ainda não alcançado? Tenhamos antes de tudo humildade para reconhecer que estamos bem encrencados, e vivendo num mundo de crise, apesar dos pontuais progressos econômicos que estão permitindo a quem não consumia, consumir mais. E por melhor empenhadas que estejam determinadas empresas, estamos todos num processo de busca por um modelo mais equilibrado, e ainda longe de alcançá-lo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-6712571654100273871?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/6712571654100273871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/09/um-bilhao-de-subnutridos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6712571654100273871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6712571654100273871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/09/um-bilhao-de-subnutridos.html' title='Um bilhão de subnutridos'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-5325240646269767798</id><published>2010-08-11T17:10:00.002-03:00</published><updated>2010-08-11T17:13:41.076-03:00</updated><title type='text'>Planeta e Humanidade</title><content type='html'>Fonte: Nosso Futuro Comum - Hugo Penteado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alguns pontos para pensarmos de Einstein, nosso primeiro cientista-ambientalista da Terra:“A ciência sem a religião é paralítica, e a religião sem a ciência é cega."“O maior sintoma de loucura dos tempos atuais é querer fazer sempre as mesmas coisas esperando resultados diferentes.”“Se as abelhas sumirem, os animais irão sumir e com eles os homens, em quatro anos.”Todos os cientistas com visão sistêmica tornaram-se profundos admiradores da natureza e do planeta, os físicos principalmente, é através da física que se derruba toda a teoria econômica tradicional (isso dá outro email, mas vamos ver o impacto deste). Os físicos satirizam a visão dos economistas e avisam: “Caros irmãos, tudo a sua volta é matéria e energia, matéria e energia se combinam o tempo todo e para ter mais matéria e energia é preciso mais matéria e energia. O ser humano não produz nenhum dos dois. Portanto, na sua teoria de crescimento, onde vocês prevêem perfeita substituição dos bens da natureza, quando o homem um dia será capaz de produzir outros fatores materiais que não os da natureza, vocês tentam revogar várias leis básicas da física, pois tudo, mesmo com tecnologia, vem da natureza. Isso é um absurdo, porque como vocês sabem a sua pseudo-ciência é uma irmã siamesa da física.” Mais de 1.600 cientistas, 170 prêmios Nobel assinaram um alerta para a humanidade com base nas questões que teimosamente ignorávamos.Sobre tecnologia, um bom exemplo é alguém estar na sua sala de casa, jogar um balde de lama nela e imediatamente uma máquina limpa a sujeira. O melhor seria não ter jogado o balde de lama na sala? Emito gás carbônico na nossa finíssima atmosfera e imediatamente pensamos em recapturá-lo. Não seria melhor a princípio não emiti-lo? Os danos do gás carbônico não são apenas os sistêmicos, como o aquecimento global, são locais também. A tecnologia pode ajudar e muito, mas a tecnologia não remove a finitude da Terra e não temos, como Nicholas Georgescu-Roegen aponta em seus livros, um problema só de energia, mas principalmente de matéria, afinal energia é usada para construir, movimentar carros e equipamentos e nada disso é colocado em cima de uma copa de árvore intacta. A tecnologia ao invés de evitar problemas, soluciona problemas que antes deveria ter evitado. Esse erro é reforçado pelas métricas econômicas que só trabalham com fluxos (para que olhar estoques se o planeta é inesgotável), com quocientes (de poluição ou consumo de recursos por exemplo), através do qual uma árvore só tem valor quando derrubada ao chão. No fundo, Aristóteles dá uma boa razão para tudo isso: “Quando nossos interesses estão em foco, somos os piores juízes das nossas ações.”Na agricultura, segundo Lester Brown do Earth Policy Institute, estamos mais próximos dos atrasos ecológicos gerados nos últimos 100 anos e é um excelente exemplo do risco que contratamos para o futuro (mesmo sem mudança climática, apenas por uma questão quantitativa, como fim de recurso hídrico cuja extração foi maior que a sua reposição natural tanto na China quanto nos Estados Unidos). A produção mundial de grãos já está enfrentando declínio em relação a 2000 e um declínio pelos atrasos ecológicos é inevitável – converter a Amazônia em monocultura não será uma boa saída, ao que tudo indica. Não há tecnologia substituta da água, apenas de redução do seu consumo relativo, mas o consumo absoluto de água e de tudo sempre cresceu, sem observar que o estoque de água na Terra é finito. Tudo isso ignora que os ecossistemas e a biodiversidade não estão aí apenas para serem comidos, são reguladores químicos e regeneradores do solo, do ar, da água através de 20 serviços ecológicos que estão todos eles em colapso, de acordo com o primeiro esforço humano de avaliar a situação ecossistêmica do Millenium Ecossystem Assessment. A revisão desse estudo em 2008 nasceu com o título “Civilization Collapse”.Sobre as derrapadas dos cientistas, ela é uma pena em um universo muito maior de pesquisa séria, conforme mostra George Monbiot em sua análise. IPCC recebeu Prêmio Nobel não por outra razão exceto pelo grau de acerto de todas as suas previsões de horizonte temporal curto dos últimos 10 anos. Os seus méritos são reconhecidos até pelos seus opositores. IPCC nunca disse saber qual é o futuro, ele próprio trabalha com vários cenários num horizonte temporal maior e o mais importante não é saber qual vai ser o cenário, mas avaliar os riscos dentro de um princípio de precaução. A ciência sabe que há determinadas rupturas de captura de carbono ou de ciclos atmosféricos ou oceânicos que se deflagrados, a vida na Terra será inviável, a ponto do cientista Martin Rees já ter declarado que a possibilidade da humanidade chegar no século XXI é pequena. A negação é um processo recorrente, os fabricantes de cigarro apresentavam estudos médicos que alegavam que o fumo fazia bem à saúde. Quando foi estabelecida a relação de causalidade entre o buraco da camada de ozônio e o CFC, a maior produtora mundial fez um lobby de 15 anos para evitar seu banimento. Os regimes tiranos comunistas todos eles se auto-declaravam democráticos, da mesma forma que todas as empresas, até as de cigarro, se declaram socioambientalmente sustentáveis. No caso do ozônio, estava em jogo a sobrevivência da vida na Terra, pois sem a sua proteção, o DNA é lentamente destruído. O mesmo pode estar acontecendo com um imenso lobby de petróleo e indústrias derivadas que nos fez fazer uso de automóveis cuja eficiência energética é de apenas 1% e se esse desperdício fosse removido, poderíamos evitar a construção de 20 usinas Belo Monte. Ninguém morreria feliz com isso, com certeza. A morte sistêmica, coletiva, diferente da individual, é um horror que já aconteceu várias vezes na humanidade.Os 20 serviços ecológicos que sustentam a vida na Terra são irreproduzíveis e são preocupações muito materiais e maiores que a do aquecimento global. Mais preocupante é a evidência da maior extinção em massa da vida na Terra dos últimos 65 milhões de anos, ocorrida em décadas e causada pelo homem, e é muita ingenuidade, como escreveu Stephen Jay Gould, achar que essa extinção jamais irá se voltar contra os causadores. Aqui na Terra todos os seres vivos dependem de todos os seres vivos, se as plantas e animais sumissem, a água sumiria junto. Mas ainda sobre o aquecimento global, o gás carbônico emitido em quantidades diárias estratosféricas na finíssima atmosfera da Terra vem de um material do subsolo que estava lá há milhões de anos e, portanto, não há ciclo regenerativo para ele, não tem como ser limpo ou reciclado pelo planeta, é uma poluição em definitivo com danos na saúde de todos e é apenas um item de vários que a humanidade optou para manter sua rota de colisão com a Terra (outros materiais tem o mesmo destino, como metais, compostos químicos, etc. também não possuem mecanismos de regeneração e é aí que a tecnologia deveria introduzir um ciclo fechado, do berço ao berço e não do berço ao túmulo, mas sempre, com o reconhecimento dos limites da Terra). Mesmo quem não acredita em aquecimento global deveria ficar horrorizado em amanhecer em cidades com céus marrons onde muitos bebês são forçados a mudar para o interior por problemas respiratórios.Sobre Malthus, ele é erradamente citado em várias vertentes no qual a tecnologia seria capaz até de produzir um novo planeta (é o que será preciso em algumas décadas se continuarmos com essa visão de mundo). A tecnologia que trouxe a explosão de alimentos ignorava a finitude da Terra e as vinculações ecológicas da mesma forma que Malthus. Ele não estava preocupado com o crescimento da população, como todo mundo acredita, mas com o crescimento dos alimentos. A seu tempo, se algum de nós voltasse ao passado, e o avisasse que a produção de alimentos iria crescer exponencialmente no futuro, ele teria dito: “Salvos! Não há problema algum então a humanidade crescer infinitamente, exponencialmente, como de fato cresceu.” O erro de Malthus é o mesmo erro que a nossa civilização – como a de Páscoa – comete: não há limite para nossa expansão sem limites. Será? A Terra, um sistema fechado e finito, é afinal um subsistema da economia-humana ou a economia-humana é um subsistema da Terra? Se o sistema dominante é finito, porque o subsistema que se instalou nas suas entranhas acredita ser infinito? Provavelmente porque raciocina igual a um vírus, que avança sem se importar em matar seu hospedeiro. No nosso caso, nós só temos um hospedeiro."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-5325240646269767798?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/5325240646269767798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/08/planeta-e-humanidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5325240646269767798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5325240646269767798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/08/planeta-e-humanidade.html' title='Planeta e Humanidade'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-2652454161320059796</id><published>2010-02-05T11:09:00.005-02:00</published><updated>2010-02-05T11:24:23.746-02:00</updated><title type='text'>Miopia ou hipocrisia?</title><content type='html'>Não costumo repercutir artigos de terceiros, mas recebi este pelo admirável jornalista André Trigueiro e é uma reflexão fundamental. É de uma lucidez e relevância realmente acachapante. E me toca a fundo, pois estou conhecendo na pele o que é querer reduzir o consumo de petróleo no setor produtivo. Além disso, como comunicadora, é triste demais ver como colegas de profissão usam as relações públicas para formar opiniões (ou desconstruir opiniões) que vão acarretar em ainda mais destruição para o nosso já combalido planeta. É muita ignorância para uma raça só.&lt;br /&gt;Confiram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;A cruzada para negar o aquecimento global&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Ladislau Dowbor&lt;br /&gt;Doutor em Ciências Econômicas e professor titular da PUC-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não há dúvidas sobre o aquecimento global, nem sobre o peso das atividades humanas na sua geração. No entanto, depois de dois anos de uma gigantesca campanha de mídia, envolvendo também a criação de ONGs fajutas e de movimentos aparentemente “grass-root”, portanto “espontâneas e comunitárias”, e sobre tudo listagens de cientistas “céticos” visando dar impressão de “quantidade”, temos resultados, e para os grupos do petróleo, do carvão e semelhantes, terá valido a pena. Segundo a revista britânica The Economist, a proporção de estadunidenses que achavam existir evidências sólidas de aumento das temperaturas globais caiu de 71% em abril de 2008 para 57% em outubro de 2009 (Carta Capital, 16/12/2009, página 48)O estudo de James Hoggan (Climate cover-up: The cruzade to deny global warming) não é sobre o clima, mas sobre comunicação, e consiste essencialmente em mapear como a campanha foi montada e como hoje funciona. A articulação é poderosa, envolvendo instituições conservadoras como o George C. Marshall Institute, o American Enterprise Institute (AEI), o Information Council for Environment (ICE), o Fraser Institute, o Competitive Enterprise Institute (CEI), o Heartland Institute, e evidentemente o American Petroleum Institute (API) e o American Coalition for Clean Coal Electricity (ACCCE), além do Hawthorne Group e tantos outros. Sempre petróleo, carvão, produtores de carros, muitos republicanos e a direita religiosa.Os grandes grupos corporativos aparecem mais discretamente, com exceção da ExxonMobil que inundou com dinheiro o mercado de consultoria e de comunicação. Este “inundou”, naturalmente, é um conceito relativo: são centenas de milhões de dólares, mas New Scientist lembra que “as empresas de petróleo têm vastos lucros. Só a ExxonMobil lucrou US$ 45 bilhões em 2008. Em um mundo sano, certamente encontraríamos uma maneira de desviar um pouco deste dinheiro para resolver os problemas que o próprio petróleo está gerando. A questão é: estamos vivendo num mundo sano?” (NS, 5/12/2010, p. 5) Não custa lembrar que estas empresas não “produzem” petróleo, e sim extraem e comercializam um bem herdado da natureza que está acabando.Em termos de personagens, encontraremos os das causas conservadoras e muitos personagens “flexíveis”, como Frank Luntz, Christopher Walker, Fred Singer, Patrick Michaels, Arthur Robinson, Steven Milloy, Benny Peiser e numerosos outros, além da eterna estrela do “contra”, o dinamarquês Lomborg, que graças à sua disponibilidade anti-clima ganha financiamentos para incessantes palestras.Profissionais das relações públicas (sim, o nome é este) estão sempre presentes. Hoggan, o autor deste estudo, é um profissional de relações públicas e conhece profundamente como funciona a indústria da construção e da destruição das reputações de pessoas ou de causas. Isso o levou a fazer o presente levantamento detalhado de como se estrutura, com o impressionante poder das tecnologias modernas de comunicação, a manipulação da opinião pública. Independentemente da causa, no caso o drama do aquecimento global, o que é muito interessante no livro é entender esta indústria da desinformação.Naomi Oreskes organizou uma meta-pesquisa, com o buscador “mudança climática global”, e limitada a artigos revistos por pares (peer review). Encontrou 928 artigos, nenhum colocando dúvidas sobre a realidade do processo climático. Nos jornais, no entanto, comentando a pesquisa, 53% dos artigos, buscaram ouvir “os dois lados”, e colocaram de maneira equilibrada opiniões de contestadores. Zero por cento de artigos científicos contestadores sobre o processo climático em si, mas nos jornais aparecia como “um tema em discussão”. O que era o objetivo. O tema está em discussão, afirmam gravemente os grandes grupos geradores do aquecimento (não diretamente, sempre por meio de listas de livre inscrição), portanto o assunto “é controverso”. Os “céticos” passam a se apresentar não como contestadores do fenômeno, mas como os que têm uma visão equilibrada, sem extremismos, portanto acreditam que talvez haja um problema, mas temos de ser ponderados, e adiar decisões.No caso de Naomi Oreskes, é curioso, pois um Dr. Benny Peiser, professor de educação física (esporte mesmo, não física), realizou uma pesquisa sobre “mudança climática” (e não “mudança climática global”) e apresentou uma lista não de 928 artigos, mas de mais de 12 mil. Portanto, os 928 representariam apenas uma pequena parcela das opiniões. Os jornais, devidamente estimulados (a Fox em particular, naturalmente), fizeram alarde. Faltava demonstrar que os 12 mil tinham opinião contrária. Pressionado por revistas científicas que se recusavam a publicar o seu artigo, Peiser conseguiu localizar 34 artigos “que rejeitam ou duvidam da visão de que as atividades humanas são a principal causa do aquecimento observado nos últimos 50 anos”. Pressionado ainda para mostrar os artigos e os argumentos científicos em artigos “peer reviewed”, Peiser finalmente chegou a um artigo científico de contestação. Não era revisto por pares, e foi publicado na American Association of Petroleum Geologists. (102)Tudo isto, evidentemente, amplamente divulgado, em particular por redes de institutos empresariais conservadores, utilizando em parte os mesmos grupos de relações públicas utilizados nas campanhas de caça-voto dos republicanos, e apoiados nas tecnologias de ampla divulgação como youtube. O resultado de tudo? Frente a tanta celeuma, os grupos interessados puderam passar a dar entrevistas “equilibradas”, pois estaria claro que “há controvérsias”. Que era o único objetivo da campanha. Não de negar o inegável, mas de dar a entender que as pessoas comedidas, equilibradas, não vão fazer nada, e muito menos pressionar os agentes do aquecimento global.O livro é muito instrutivo para quem lida com comunicação, com teoria dos lobbies, com manipulação política. O próprio Hoggan menciona como é cansativo, a cada vez que aparece um cientista de peso mencionado no grupo “cético”, fazer circular a carta de denegação do cientista, ou destrinchar uma lista de milhares de “opositores” para ver se há no meio alguém que realmente tenha feito alguma pesquisa sobre a única coisa finalmente relevante, que não é a “opinião”, e sim dados científicos novos que provem algo diferente. E depois tentar fazer circular a informação de que a “notícia” afinal não era notícia, isto numa mídia onde as corporações financiam a publicidade.Uma pérola entre os argumentos e uma das mais utilizadas: “Como os cientistas dizem que podem prever o clima dentro de 50 anos se não são capazes de prever a chuva de amanhã”. Como se meteorologia e estudos climáticos fossem da mesma área. Um britânico pode não saber se vai nevar amanhã, mas sabe perfeitamente prever que vai chegar o inverno e o frio correspondente, e não hesita em comprar um casaco. Mas o argumento pega e se apoia numa fragilidade que é de todos nós: se nos dão um argumento que confirma a opinião que já estávamos propensos a ter, qualquer estribo vale.O estudo bem poderia ser traduzido e utilizado para os nossos próprios problemas como, por exemplo, o peso da bancada ruralista na opinião pública, ou as campanhas orquestradas pela FEBRABAN, ou ainda a campanha contra a proibição de armas de fogo individuais, estribadas no “direito de se defender” e até na “liberdade”. Nos Estados Unidos, temos precedentes interessantes e igualmente desastrosos tanto no caso das armas, como na batalha das grandes empresas de saúde privada aliadas com o “Big Pharma” para tentar travar o direito de acesso a serviços de saúde, sem falar das gigantescas campanhas das empresas de cigarros.O último livro de Robert Reich, aliás, “Supercapitalim”, também trata desta apropriação dos processos políticos pelas corporações. O filme “O Informante” mostra como isto se deu com a indústria do cigarro, enquanto “The Corporation” explicita o mecanismo de maneira ampla. Marcia Angell fez um excelente estudo dos procedimentos equivalentes na indústria farmacêutica (em português, A verdade sobre os laboratórios farmacêuticos). A própria desinformação se transformou numa indústria. É a indústria da opinião pública.No caso da mudança climática, como qualificar a dimensão ética do que constitui uma clara compra de opiniões? Ou os ataques impressionantes das empresas de advocacia das corporações, que processam qualquer pessoa que ouse sugerir que uma opinião poderia envolver não a verdade, mas interesses corporativos? O liberalismo tem uma concepção curiosa da liberdade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ladislau Dowbor é Doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, professor titular da PUC de São Paulo e da UMESP. Consultor de diversas agências das Nações Unidas. Autor de “Democracia Econômica”, “A Reprodução Social”, “O Mosaico Partido”, pela editora Vozes, além de “O que Acontece com o Trabalho?” (Ed. Senac) e co-organizador da coletânea “Economia Social no Brasil“ (Ed. Senac) http://dowbor.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-2652454161320059796?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/2652454161320059796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/02/miopia-ou-hipocrisia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2652454161320059796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2652454161320059796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/02/miopia-ou-hipocrisia.html' title='Miopia ou hipocrisia?'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-2226365299825268744</id><published>2010-02-04T17:01:00.006-02:00</published><updated>2010-02-04T17:45:45.206-02:00</updated><title type='text'>Na prática</title><content type='html'>Faz muuito tempo que não escrevo pro blog! Tenho escrito para tantas coisas, mas estar na corporation é assim: ser incorporado de fato, e quanto mais se trabalha, mais trabalho aparece, num insaciável movimento por mais e mais que vem de todos os lados.&lt;br /&gt;Na minha trajetória pelo mundo da tal "responsabilidade corporativa" sempre tive a causa da reciclagem como a preferida, é uma causa de alma, pois realmente vejo na reciclagem a solução para os grandes desafios da sustentabilidade corporativa, ou pelo menos boa parte deles. Trabalhar este tema permite atuar na macro estrutura da coisa, puxando toda uma cadeia de valor, mexendo desde a substituição de matérias-primas tradicionais por outras mais sustentáveis (e assim gerando produtos mais viáveis para o ambiente), passando pela ecoeficiencia (via revisão de tecnologias e processos, para que se produza de forma mais limpa), passando pela educação corporativa (formando os líderes de hoje, que têm nas mãos a responsabilidade de definir como vai ser o mundo a partir de agora), educação ambiental do consumidor (todo mundo precisa saber escolher o que está comprando, e os impactos dessas escolhas), isso sem falar do incentivo à economia solidária (gerando renda para quem mais precisa sair da probreza), da interação com o poder público (melhor não comentar!!), entidades (aja corporativismo) e ONGs(o que seria do mundo sem elas??). Lidar com tudo isso é inerente a projetos estruturais nesta área.&lt;br /&gt;Ufa, isso é um pouco do que tenho feito, antre otras cositas mais. Para quem queria lutar pela reciclagem, ter a oportunidade de trabalhar numa das maiores produtoras de embalagens do mundo (agora se tornou a maior...) é o desafio de sair do discurso e ir para a prática mesmo. É como pedir uma "ponta", mas receber o papel principal. Uia. Sem historinha. É toda a teoria na prática. E eu que pensei que dar conultoria era muita responsa.....e é, com todo o respeito aos meus colegas e a minha origem! Mas nada se compara a estar no cockpit, e fazer ao vivo, dançando conforme a música. Esqueça controle. Aqui negociação é 120%.&lt;br /&gt;Esta tem sido uma experiência muito enriquecedora, uma grande viagem antropológica. Depois de longos anos de verdadeira lapidação espiritual, hoje é um outro olhar, impossível não analisar tudo o que se passa do ponto de vista do desenvolvimento humano e das relações humanas, e felizmente com mais ferramentas e preparo - em todos os sentidos - para lidar com as triturações. Estou num momento que olho o meu passado e vejo tudo como um grande treinament. É tão bom ver que nada foi em vão, e que cada gota de suor ou lágrima valeu a pena. Acho que para quem está no meio do oceano, ter um barco, ainda que sem remo, ao invés de ser gota d'agua, já é meio caminho andado. Eu sinto a emergência de uma nova consciência, uma onda sutil que vibra no ar e que aflora das mais diversas formas, no olhar, no pensar e no agir de muitos, e tudo isso convive com o medo e a resistência dos que ainda não despertaram e ainda não se aprontaram para a grande virada, que não querem ver, mas que avistam cada vez mais o limite e, no fundo, sabem ser inescapável chegar ao ponto da mutação, o pulo para o desconhecido. Mas ainda preferem achar que tudo não passa de movimento de mercado, pois assim dá para lidar com essa nova estratégia empresarial. Como fala o Macaco Simão, "tucanizaram a sustentabilidade"...&lt;br /&gt;No duro, todos precisam se proteger de alguma forma. Abrir o peito e se entregar é para poucos. Por isso a fé não pode faltar. Aonde houver um feixe de luz, por mínimo que seja, se acaba a escuridão. E assim vamos fazendo, fazendo, pois fazer é a nossa parte, mas a nós não pertence o resultado das nossas ações. É preciso muita fé e desapego para viver nos dias de hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-2226365299825268744?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/2226365299825268744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/02/na-pratica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2226365299825268744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2226365299825268744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2010/02/na-pratica.html' title='Na prática'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-6278853181942154011</id><published>2009-08-24T10:55:00.000-03:00</published><updated>2009-08-24T10:57:28.123-03:00</updated><title type='text'>Descartaveis</title><content type='html'>"Tenho um porta-lápis lotado de canetas promocionais que ganho em eventos. Quando acabam, vão para o lixo. É assim desde que eu era criança, com as inúmeras canetas esferográficas. Ao final de cada ano, um estojo de canetinhas hidrográficas ia para o lixo.Canetas de plástico são embalagens para a tinta, que é o que usamos para escrever. Assim como as centenas de copos plásticos de iogurte ou requeijão que devo ter jogado fora ao longo da minha vida. Mas e o que dizer de certos aparelhos de barbear que não permitem que você troque as lâminas? Uma vez perdido o corte, o destino é o lixo. Ou ainda, dos copos plásticos? Porque neste caso não se trata da embalagem. Trata-se do produto em si.Quando o hábito era comprar tecido para se fazer a roupa, o corte era sempre mais clássico, pois ela tinha que durar mais. Atualmente, a modinha acessível das lojas da José Paulino ou do Brás, aqui em São Paulo, permite o descarte das peças tão logo a estação tenha acabado. Sei de quem compra meias e as joga fora quando ficam sujas, pois seu custo é tão baixo que permite descartar (perdão pelo trocadilho infame) a etapa de lavagem do produto.Esse fenômeno não é muito diferente do que acontece com celulares: cada vez que sou obrigada a trocar meu celular porque já não vendem mais bateria para o modelo que eu tenho, me deparo com um modelo que dura menos que o anterior. Agora há pouco estava conversando com uma pessoa que tem um computador de 2003 – exatos seis anos de vida útil – e que já se tornou obsoleto para rodar programas mais pesados: descobri que é mais caro trocar uma única peça, o processador, do que comprar um aparelho novo (e fazer o quê com o velho? Jogar fora!).Traduzindo: consumismo não é só uma atitude individual ou um estilo de vida. Tampouco é algo restrito às classes sociais mais altas. Consumismo é resultado da falta de opções não descartáveis. Alimentos, que há algumas décadas eram vendidos a granel, muitas vezes em embalagens retornáveis, hoje só estão disponíveis em algum tipo de invólucro plástico descartável. Em muitos casos, a opção não descartável implica em uma significativa diferença de preço. Ou você conhece alguma caneta tinteiro que custe barato? Em outros casos, sua vida útil é restrita: qualquer consumidora de Natura sabe que de tempos em tempos o tamanho do refil dos cremes muda para que eles não se encaixem nas embalagens antigas, levando a uma nova compra.Sim, é óbvio que a prevalência dos produtos descartáveis visa aumentar vendas. Para tanto, vale-se da comodidade que esses itens oferecem. E viceja graças à simbiose em que mercado e psicologia coletiva se unem para cultuar a juventude e sua áurea, não necessariamente verdadeira, de liberdade, diversão e falta de responsabilidade. Afinal, o novo é sempre e necessariamente melhor que o velho, certo? Basta pegar as duas palavras – novo e velho – fora de contexto. Fale-as em voz alta. Que valores e imagens uma evoca? E a outra?Como envelhecimento é um processo inevitável que atinge a todos nós, vale a pena rever os conceitos. Afinal, ninguém gosta de se sentir “velho” na maneira como o termo é sentido hoje. Mas também não dá para fingir que se é jovem: basta olhar para a Donatella Versace e ver o desastre que resulta dessa postura. Precisamos ressignificar “novo” e “velho”. E isso passa obrigatoriamente por mim e por você. Não como um processo de culpa (oh, meu Deus, meu banho está colocando em risco a vida do planeta!!!), mas de realização pelo simples prazer de conservar algo que nos é caro (para quem não sabe, essa palavra vem de cordis, que significa coração em latim). Prazer de preservar uma roupa bonita. Ou um celular no qual tivemos tantas conversas importantes. Ou ainda uma caneta com a qual deixamos nossa assinatura ao longo da vida. Preservar relações com pessoas queridas. E, principalmente, preservar a auto-estima mesmo diante da flacidez, da barriga e dos fios brancos.Eu quero consumir. Eu gosto de consumir. Mas eu gosto de mim e, por isso, quero coisas boas. E as coisas boas, a gente não joga fora. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://ascendidamente.blogspot.com/2009/08/descartaveis.html"&gt;http://ascendidamente.blogspot.com/2009/08/descartaveis.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-6278853181942154011?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/6278853181942154011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/08/descartaveis.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6278853181942154011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6278853181942154011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/08/descartaveis.html' title='Descartaveis'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-115222922448211819</id><published>2009-05-26T13:10:00.011-03:00</published><updated>2009-05-26T13:59:32.153-03:00</updated><title type='text'>Emergencia da economia de baixo carbono??</title><content type='html'>Compartilho reflexões instigadas pela leitura de artigo de Ricardo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Young&lt;/span&gt;, postado hj &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;diretamente&lt;/span&gt; da cúpula empresarial de mudanças climáticas que acontece em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Copenhage&lt;/span&gt;, Dinamarca (integra:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://institutoethos.blogspot.com/2009/05/direto-de-copenhague-ricardo-young.html"&gt;http://institutoethos.blogspot.com/2009/05/direto-de-copenhague-ricardo-young.html&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante observar que na última década a comunidade empresarial puxou o coro dos socialmente responsáveis e desfilou as suas propostas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;projetos&lt;/span&gt; verdes, e muita pedra foi jogada nos governos, antes atrasados e posicionados à margem da discussão. Agora, mesmo com esta reunião de 700 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;CEOS&lt;/span&gt; (!!) para discutir o papel das empresas na redução das emissões de carbono, parece que começar a haver uma inversão nesta dinâmica, a medida em que o tema entra com peso na agenda política de nações como os EUA, sob a liderança de Obama, sob o coro de pesos como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Ban&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;ki&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;moon&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Al&lt;/span&gt; Gore. As empresas estão diante de um questionamento público cada vez maior quanto à &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;relevância&lt;/span&gt; das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;ações&lt;/span&gt; que vêm empreendendo até o aqui, e se vêem forçadas a fazer o que tem que ser de fato feito - a lição de casa, cuidar dos seus impactos e da qualidade das relações que estabelece com a sociedade.&lt;br /&gt;As últimas medidas anunciadas pelo presidente americano (em relação a política energética) deflagram um movimento audacioso como deve ser, pois a crise de valores do mundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atual&lt;/span&gt; já engloba todos os aspectos possíveis, do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;economico&lt;/span&gt; ao social e a inegável degradação ambiental. Em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Copenhage&lt;/span&gt;, pretende-se firmar uma espécie de "marco-zero da nova economia", baseada &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;num&lt;/span&gt; modelo de "baixas emissões de carbono", colocando na agenda das empresas prioridades como a eco-eficiência, o uso de energias renováveis e a redução das emissões de gazes causadores do efeito estufa. É bom que seja assim, pois do jeito que caminha o mundo, o aquecimento global e as decorrentes mudanças climáticas já são sentidas e vão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;afetar&lt;/span&gt; ainda mais a todos, desde os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;mais&lt;/span&gt; pobres (que injustamente são os que mais sofrem os seus afeitos), até fritar o caixa das próprias empresas e a cabeça de seus líderes, pois já adentramos numa nova dinâmica universal aonde "se não tiver para cada cada um, também não vai ter para nenhum", como diz aquela música....&lt;br /&gt;Fica no ar uma bruma de esperança, de que o mundo corporativo passará a se empenhar de fato para cumprir com o seu papel de agente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;econômico&lt;/span&gt; promotor do desenvolvimento, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;atuando&lt;/span&gt; de acordo com políticas e modos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;extração&lt;/span&gt; de matérias-primas, de produção e de pós-consumo que possam ser sustentadas ao longo das gerações, de criação de valor real, isto é, geração de renda para colaboradores e pessoas que habitam as comunidades impactadas por suas operações, em detrimento de formas exploratórias e destrutivas que visam unicamente à sustentação de lucros crescentes para os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;acionistas&lt;/span&gt;, e que, mais cedo ou mais tarde, cairão por terra, como a crise de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;derivativos&lt;/span&gt; já nos mostrou. Mas enquanto a motivação for meramente econômica, sempre haverá uma busca por "brexas"...  &lt;br /&gt;Na semana passada estive no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Forum&lt;/span&gt; de Comunicação e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Sustentabilidade&lt;/span&gt;, e o sábio e cativante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Mohan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Munasinghe&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Vice&lt;/span&gt; Presidente do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;IPCC&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Prémio&lt;/span&gt; Nobel da Paz de 2007) apresentou um amplo painel onde não fica dúvida - já temos o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;know&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;how&lt;/span&gt;, as pessoas e os recursos necessários para produzir e consumir de forma diferente, e para enfrentar as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;mudanças&lt;/span&gt; climáticas. Mas para isso é preciso muita disposição para combater a hipocrisia e pensar no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;coletivo&lt;/span&gt;, criando formas de adaptação para os países pobres e estratégias de mitigação pelos países ricos.  Encarar que o mundo já é regido pela interconectividade, e que sem ética e responsabilidade (habilidade de resposta) não tem salvação. Então, mesmo assim a nuvem negra no &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;horizonte&lt;/span&gt; paira, quando se observa a qualidade da discussão entre empresários. Se Ricardo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Young&lt;/span&gt; a define como "sofrível", ainda temos muito a temer e vemos que sem um salto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;consciencia&lt;/span&gt; na mente das lideranças que detém o poder &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;econômico&lt;/span&gt;, os avanços serão pequenos. Mas esse salto é pra lá de profundo, e como dar esse salto então, nem se fala......é discussão para uma nova &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;postagem&lt;/span&gt;, pois falar sobre &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;desenvolvimento&lt;/span&gt; humano integral, como dizia a minha avó, "dá pano pra manga".....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-115222922448211819?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/115222922448211819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/05/emergencia-da-economia-de-baixo-carbono.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/115222922448211819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/115222922448211819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/05/emergencia-da-economia-de-baixo-carbono.html' title='Emergencia da economia de baixo carbono??'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-2970345446587966485</id><published>2009-05-14T17:58:00.005-03:00</published><updated>2009-05-14T18:19:36.789-03:00</updated><title type='text'>Como alcançar uma visão mundiocêntrica?</title><content type='html'>Um dos assuntos que mais me instiga e inspira há tempos é a importância do desenvolvimento integral das pessoas - aquele capaz de atender ao seu aprimoramento no plano fisico, mental e espiritual para o alcance da sistentabilidade global.&lt;br /&gt;Vejo que essa é a questão central e indispensável para que um dia a humanidade possa entrar num sistema de colaboração que permirá realizar as mudanças necessárias rumo a um modelo sustentável de desenvolvimento. Todas as formas de diagnóstico já foram feitas e já se sabe que o mundo dispõe de conhecimento (teórico, técnico, científico) e de recursos (humanos, financeiros, etc) para mudar o que tem que ser mudado. Ou, pelo menos, para alavancar um processo consistente neste sentido. O grande impedimento é de ordem espiritual (entendida como aqui uma forma muito ampliada da "moral"),  que pauta seus reflexos no mental, e daí decorre nas formas de interações sociais e com o ambiente. Pois, como as pessoas hoje não se identificam o próprio espírito - a grande maioria atua no mundo com um apanhado de carne e cérebro que luta por possuir somente a matéria, e sob uma perspectiva totalmente egocentrica (o "eu" no centro de tudo, o "meu" interesse primeiro). Nesta perspectiva fica de fato impossível olhar o mundo sob a perspectiva mundiocentrica sob a qual o Ser passa a se identificar com o todo e então, a favor do todo pauta as suas ações. E esta transmigração no olhar não é algo que se possa controlar pela razão. Trata-se de lente sob a qual cada um vê o mundo. Somente o desenvolvimento espiritual, a amergencia de uma nova consciencia no sentido mais amplo da palavra, é capaz de dar conta de transformar as pessoas de dentro para fora, e numa escala global, transformar toda a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto abaixo, oriundo da Comunida Bahá'í, discorre que forma profunda e ao mesmo sintética sobre o tema, e com muita satisfação compartilho com vcs:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E O ESPÍRITO HUMANO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptação da declaração apresentada à Cúpula da Terra&lt;br /&gt;(Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento)&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, Brasil.&lt;br /&gt;Acima de questões técnicas e políticas tais como os limites a serem estabelecidos para a emissão de gases do efeito estufa, como promover o desenvolvimento sustentável, e quem pagará a conta, a pergunta fundamental com que se defronta a comunidade mundial é esta: Pode a humanidade, com seus padrões arraigados de conflito, egoísmo e conduta tacanha, comprometer-se com uma cooperação esclarecida e com um planejamento de longo prazo em escala global?&lt;br /&gt;O processo da Cúpula da Terra realçou tanto a complexidade como a interdependência dos problemas que a humanidade enfrenta. Nenhum desses problemas - as iniquidades debilitadoras do desenvolvimento, as ameaças apocalípticas do aquecimento atmosférico e da destruição da camada de ozônio, a opressão da mulher, o abandono de crianças e poulações marginalizadas, para citar apenas alguns - pode ser abordado com realismo sem que se considerem todos os demais. É impossível solucionar qualquer um deles sem uma magnitude de cooperação e coordenação em todos os níveis que ultrapassa em muito qualquer esforço anterior da experiência coletiva da humanidade.&lt;br /&gt;O potencial para tal cooperação, entretanto, é solapado pela distorção geral do caráter humano. Embora não sejam comumente discutidas no contexto dos desafios do meio ambiente e do desenvolvimento, vigoram no mundo atual certas tendências - que incluem a carência generalizada de disciplina moral, a glorificação da ambição e da acumulação material, a destruição crescente da família e das comunidades, o alastramento da anarquia e da desordem, a ascensão do racismo e do fanatismo, e a atribuição de prioridades a interesse nacionais em detrimento do bem-estar da humanidade - as quais todas, sem excessão , destroem a confiança mútua, alicerce da cooperação.&lt;br /&gt;A reversão dessas tendências destrutivas é essencial para o estabelecimento da unidade e da cooperação. Isso exigirá uma compreensão mais profunda da natureza humana; pois embora a economia, a política, a sociologia e a ciência ofereçam ferramentas importantes para a abordagem das crises interdependentes que afligem a humanidade, uma verdadeira superação do estado de perigo em que se encontram os assuntos humanos só poderá ser levada a efeito quando a dimensão espiritual da natureza humana for levada em conta e o coração humano, transformado.&lt;br /&gt;Embora certos aspectos místicos não sejam fáceis de explicar, a dimensão espiritual da natureza humana pode ser compreendida, em termos práticos, como a fonte das qualidades que transcendem a estreiteza do interesse próprio. Tais qualidades compreendem o amor, a compaixão, a tolerância, a fidedignidade, a coragem, a humildade, a cooperação e a vontade de sacrificar-se pelo bem comum - qualidades de uma cidadania esclarecida, capaz de construir uma civilização mundial unificada.&lt;br /&gt;As transformações profundas e de vasto alcance, a unidade e a cooperação sem precedentes, necessárias à reorientação do mundo rumo a um futuro de justiça e sustentável quanto ao meio ambiente, só serão possíveis tocando-se o espírito humano, apelando-se àqueles valores universais que, por si só, podem capacitar os indivíduos e os povos a agir em conformidade com os interesses de longo prazo do planeta e do gênero humano como um todo. Uma vez explorada, essa fonte poderosa e dinâmica de motivação individual e coletiva liberará um espírito tão profundo e salutar entre os povos da Terra que poder algum será capaz de resistir à sua força unificadora.&lt;br /&gt;A verdade espiritual fundamental da nossa era é a unidade da humanidade. A aceitação universal desse princípio - com suas implicações em relação à justiça social e econômica, à participação universal em processos decisórios insentos de antagonismo, à paz e segurança coletiva, à igualdade dos sexos e à educação universal - possibilitará a reorganização e administração do mundo como um só país, o lar da humanidade. Há mais de cem anos atrás, Bahá’u’lláh conclamou os governantes e povos da terra a tornarem sua visão mundialmente abrangente: "Que não se vanglorie quem ama seu próprio país, mas sim, quem ama o mundo inteiro". Este desafio ainda deve ser atendido."&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bahai.org.br/virtual/EmaDes.htm"&gt;http://www.bahai.org.br/virtual/EmaDes.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bahá’í International Community Office of the Environment 866 United Nations Plaza, suíte 120 New York, NY 10017 USA Tel: 212-756-3500 Fax: 212-756-3573&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-2970345446587966485?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/2970345446587966485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/05/como-alcancar-uma-visao-mundiocentrica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2970345446587966485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2970345446587966485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/05/como-alcancar-uma-visao-mundiocentrica.html' title='Como alcançar uma visão mundiocêntrica?'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-5403280509928826982</id><published>2009-04-15T17:42:00.009-03:00</published><updated>2009-04-15T18:17:39.145-03:00</updated><title type='text'>"Shift In Action"</title><content type='html'>Quanto mais leio sobre sustentabilidade corporativa, desafios ao desenvolvimento sustentável, crise do sistema financeiro e questões socioambientais relevantes (ufa....aja paciência), como o aquecimento global e as (não-)medidas que (não)estão sendo tomadas para tentar mitigar as mudanças climáticas, mais me deparo com a mesma questão central: a noção de interdependência e interconectividade, que mais cedo ou mais tarde "amarra" todas as discussões. Muita verborragia se usa para explicar coisas tão simples, e no final se chega as mesmas conclusões tão singelas de sempre - todos querem, no fundo e por diversos meios, ser felizes, ter uma boa saúde, garantir o futuro dos filhos (alem do seu próprio), se sentir bem. Como ter o simples, hoje, é cada vez mais complexo, fica evidente que para garantir o básico - estar bem neste mundo -, não podemos destruir a nossa Casa, e que tudo depende das pessoas. E que o mundo está como está por que as pessoas pensam que vão suprir seus ideais de felicidade e bem-estar consumindo, consumindo.... It's all about people. E tudo depende da tal "conscientização". Palavrinha comum hoje em dia, embora ainda não assimilada ou compreendida na sua essência. Para começarmos a entender o que é consciência, é preciso olhar para dentro de si. Aprender a ficar em silêncio, meditar. Sem ler, sem falar, apenas se auto-observar, e então acessar um campo infinito de possibilidades, de criatividade, de paz de espírito (sim, para quem acompanha, sou mega entusiasta do autor Deepack Chopra, pois nele vejo a filosofia das vivências que tenho passado). Mas isso pouca gente quer enfrentar. Não é mais gostoso sentar no sofá, pegar o controle remoto...pedir um junk pelo tel.? Depois, o resto se joga no lixo (vejam Ilha das Flores, de Jorge Furtado, link neste blog, para entender o que é lixo).&lt;br /&gt;No afã de encontrar a saída para este pesadelo mundial que nos metemos, tem um movimento muito grande acontecendo, de gente que enxerga no momento atual da Humanidade o limiar de uma crise sistêmica, que observada sob uma perspectiva histórica, se trata da crise de uma civilização que potencialmente levará a nossa ao fim, como muitos outros grandes impérios já se foram -  egípcios, persas, mouros, romanos....a única forma de evitar que a nossa sociedade acabe (pq o planeta não vai acabar, quem está correndo risco aqui é a nossa espécie mesmo, a biosfera encontrará uma forma de sobrevivência, de adaptação e de nova evolução, mesmo que a partir de poucos ratos e baratas sobreviventes, a despeito da nossa ignorância) é uma mudança de comportamento em escala global, e sendo o comportamento o reflexo das visões de mundo, da cultura, da educação, da autopercepção (autoconhecimento), a mudança na consciência é a resposta, pois tudo tem que mudar de dentro para fora.&lt;br /&gt;Hoje aderi a uma campanha que parece ser muito séria, o "Shift in Action", e me tornei membro do IONS - Institute of Noetic Ciences, que está encampando o movimento, e comprei o livro "Global Shift" (por apenas U$ 1!!), que explora justamente essa visão da filosofia integral, a sociedade centrada na interdependencia e a ampliação da consciência e formação de novas lideranças como chave do processo de alcance de um modelo sustentável, tem mil redes sociais sobre o tema.....estou animada! Melhor pensar que ainda há jeito, senão, como que a agente toma coragem de colocar um filho nesse mundo? Ainda tenho 32 anos e nenhum dos meus irmãos ou primos pensa em encerrar a família por aqui.&lt;br /&gt;Para se plugar: &lt;a href="http://www.shiftinaction.com/"&gt;www.shiftinaction.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-5403280509928826982?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/5403280509928826982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/04/shift-in-action.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5403280509928826982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5403280509928826982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/04/shift-in-action.html' title='&quot;Shift In Action&quot;'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-2256587618475240091</id><published>2009-03-25T13:50:00.002-03:00</published><updated>2009-03-25T13:58:26.005-03:00</updated><title type='text'>A vida vem em ondas.....</title><content type='html'>Recentemente falei neste blog sobre crise e entrega. Hj o tema volta, ainda mais forte, por meio deste texto de Sri Aurobindo, que recebi dos queridos colegas de Kriya Yoga aqui do Brasil. Achei profundo, de tirar o fôlego, especialmente diante da época insustentável e desafiadora que vivemos, onde sobra diagnóstico e falta plano de ação. Compartilho para que cada um possa sentir onde ele toca: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Hora De Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem momentos quando o Espírito se move entre os homens e a Respiração de Deus abrange todas as águas de nosso ser; existem outros onde Ele se retira e os homens são deixados a agir com a força ou a fraqueza de seu próprio egoísmo. O primeiro acontece em períodos que mesmo qualquer pequeno esforço produz grandes resultados e muda o destino; o segundo acontece e são espaços de tempo quando muito trabalho gera pequeno ou nenhum resultado. É verdade que o último sempre prepara o primeiro, que a pequena fumaça de sacrifícios sobe aos Céus pedindo a Deus sua generosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infeliz é o homem ou nação que quando os momentos divinos acontecem, se encontram dormindo ou despreparados para desfrutá-los, pois o pavio de sua lamparina não foi mantido aparado para dar boas vindas e os ouvidos ficaram selados ao chamado. Mas três vezes pior é para os fortes e prontos, que ainda assim, desperdiçam força e perdem o momento; para estes a perda é irreparável ou uma grande destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Hora de Deus, purifique sua alma de toda falsidade e hipocrisia e da auto comiseração vaidosa e que você possa olhar diretamente dentro de seu espírito e ouvir aquilo que te chama. Toda a sua natureza insincera, outrora sua defesa contra o olho do Mestre e a luz do ideal, se tornou agora um buraco em sua armadura e atrai a pancada. Mesmo que tenha conseguido segurá-la neste momento, é pior para você, pois a pancada vem mais tarde e vai jogá-lo ao chão no meio de seu triunfo. Mas quando puro, jogue todo o medo para fora; pois a hora é sempre terrível, um incêndio, um tornado ou uma tempestade, uma prensa forte como uma pisada que vem da ira de Deus; mas aquele que consegue ficar em pé, na verdade de seu propósito é quem deve se destacar; mesmo que caia, ele se levantará novamente; mesmo que pareça que passe pelas asas do vento, ele irá retornar. Também não deixe que a prudência mundana fale muito de perto ao seu ouvido; pois esta é a hora do inesperado, do incalculável, do imensurável. Não meça o poder da Respiração por seus instrumentos minúsculos, mas confie e vá em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mantenha sua alma límpida, em todos os instantes, dos clamores do ego. Então um fogo marchará diante de ti à noite, deixe que a tempestade seja sua amiga e sua bandeira irá tremular nas maiores alturas da grandeza que deve ser conquistada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sri Aurobindo&lt;br /&gt;(escreveu cerca de 1918)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-2256587618475240091?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/2256587618475240091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/03/vida-vem-em-ondas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2256587618475240091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/2256587618475240091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/03/vida-vem-em-ondas.html' title='A vida vem em ondas.....'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-6861660166436179744</id><published>2009-03-06T16:15:00.008-03:00</published><updated>2009-03-10T11:48:55.559-03:00</updated><title type='text'>Dia Internacional de Qual Mulher?</title><content type='html'>Neste Dia 8 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;março,&lt;/span&gt; achei oportuno fazer uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;breve&lt;/span&gt; reflexão sobre o modelo de mulher que emerge neste início de século. Na verdade, este é um debate muito amplo para este espaço. E pertinente, dada a participação, cada vez maior, das mulheres no mercado de trabalho e as mudanças em curso em relação ao papel que ela desempenha no relacionamento &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;afetivo&lt;/span&gt;, na família, na comunidade. Hoje, felizmente muitas mulheres estão questionando e até mesmo abandonando o rótulo de "Mulher Maravilha", de "mulher-Madona", aquela que tudo pode, que tudo manda...que trabalha 12 horas por dia - ou mais, que administra (a distância) a rotina (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;estressada&lt;/span&gt;) dos filhos, que cuida do marido (na verdade, se preocupa em cuidar, mas não tem tempo para isso, ou está sem tempo para ter um companheiro), que corre do supermercado ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;shopping e &lt;/span&gt;enche a sua casa de comida industrializada, tudo muito prático, assim gera montanhas de lixo todos os dias. Vive ansiosa e preocupada com a estética. Usa cada minuto &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;possível&lt;/span&gt; para correr para a academia, ou fica encanada por não cuidar do seu bem estar e ver sua forma física piorar a cada ano. Não vai a praia a meses, e não pisa na terra há anos! Tem mil coisas para cuidar, e nunca se lembra de lembrar de si mesma.&lt;br /&gt;Que mulher é essa que criamos? No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;afã&lt;/span&gt; de ter igualdade com os homens, as mulheres acabaram assumindo um papel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;estressante&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;insustentável&lt;/span&gt;, que a afasta de sua verdadeira &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;essência&lt;/span&gt; e que até mesmo afasta os próprios homens, pois os deixa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;acuados&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Ano passado, eu e minha irmã Juliana Raposo, que é uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;jornalista&lt;/span&gt; muito talentosa, encerramos uma sociedade de sete anos num &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;business&lt;/span&gt; de comunicação corporativa e cada uma foi em busca de um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;reequilíbrio&lt;/span&gt; na vida. Largamos mão do suposto glamour de ter a agenda cheia de eventos e de jantar coquetel quase que diariamente. Dos terninhos (muitos de polyester, urg!), dos saltinhos Chanell, da jornada de 12 horas diárias, dos grandes questionamentos internos. Fomos em busca de um novo modelo, que integrasse as diversas facetas de cada uma, reunindo de forma mais harmoniosa &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;família&lt;/span&gt;, trabalho, amigos, romance, estudo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;autoconhecimento, espiritualidade, contribuição para a sociedade&lt;/span&gt;. Pois não existe vida profissional, vida pessoal, vida familiar....existe VIDA!&lt;br /&gt;Hoje trabalho para viver (e não o "vice-versa"), combino &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;atividades&lt;/span&gt; que são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;prazerosas&lt;/span&gt;. É mágico poder curtir uma segunda-feira no escritório, sem aquela pressa de que chegue logo o final de semana. Juliana vive no sitio e está empreendendo um negócio de queijos de cabra, com criação e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;produção&lt;/span&gt; artesanal - são as Delicias do Bosque! Um sucesso. Ela vive feliz, sua pele nunca esteve tão bonita. Ela te olha nos olhos, te escuta, tem alegria de viver. Não somos mais aquele poço de e&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;stresse&lt;/span&gt;, ratinhas correndo atrás da cauda.&lt;br /&gt;Muitas mulheres ainda perseguem o modelo de ser a executiva-mãe-toda-poderosa, e acabam gastando boa parte do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;supersalário&lt;/span&gt; em contas de psicanalistas e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;clínicas&lt;/span&gt; de estética. Nada contra os terapeutas, fiz muita terapia já (na época em que fui executiva!).&lt;br /&gt;Não acredito em certo e errado, ou no modelo de vida ideal, mas estamos quase em 2010, e cinquenta anos após a "Revolução Feminista", já parece ser hora de a mulher se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;reconectar, ao menos &lt;/span&gt;um pouquinho, com a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Mãe&lt;/span&gt; Natureza , e resgatar sua identidade verdadeiramente feminina, de companheira-colaboradora dos homens - e não sua competidora-destruidora. E usar a sua grande habilidade de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;administrar&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;múltiplas&lt;/span&gt; questões simultaneamente e sua visão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;sistêmica&lt;/span&gt; em prol da construção de uma sociedade mais &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;equilibrada&lt;/span&gt;, pois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt; é perenidade, e essa busca passa também pela relações, não basta colocar as embalagens na lixeira reciclável do apartamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo compartilho um artigo sobre esse tema, um lindo testemunho da jornalista &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Giuliana&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Capello&lt;/span&gt;, que também mostra, na prática, como é possível ser bem sucedida sem deixar de ser Mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Giuliana Capello&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;"Mas você vai largar a carreira de jornalista para ser dona-de-casa no meio do mato?” Muitas amigas já me fizeram essa pergunta, indignadas com minha opção de viver numa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;ecovila&lt;/span&gt; e de não cultivar, digamos assim, muitas ambições profissionais (embora eu não esteja pensando em abandonar o jornalismo).&lt;br /&gt;É inegável que as mudanças que tenho feito na minha vida, para ter um dia-a-dia mais coerente com meu discurso, levam-me a uma reflexão profunda sobre a ideia de feminismo, de ser mulher no século XXI, de ser ou não ser mãe, de ter um trabalho bem remunerado, de ser feminina sem ser vulgar, de ter voz entre os homens, e por aí vai. Até porque sei - e sinto - que estou na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;contramão&lt;/span&gt; da maioria e que meu caminho não é, nem de longe, sequer desejado por muitas mulheres.&lt;br /&gt;Às vezes, fico pensando: será que estou cometendo alguma falta contra as mulheres que lutaram e ainda lutam por mais igualdade, respeito e espaço no mundo?!? Será que querer viver de um jeito mais simples, mais ligado à terra e aos amigos depõe contra a noção de libertação da mulher? Que mulher é essa que eu cultivo em mim que não acha demérito passar mais tempo no escritório montado em casa e cuidando de afazeres domésticos do que na empresa (e, por consequência, no trânsito, em restaurantes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;self&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;service&lt;/span&gt; e no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;shopping&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;center&lt;/span&gt; comprando roupas para manter uma boa imagem entre os colegas)?&lt;br /&gt;Vamos por partes. Não vou abandonar o trabalho remunerado. Apenas não é meu desejo passar os dias numa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;redação&lt;/span&gt;, sentada na frente do computador, sob o ar-condicionado e a tensão dos prazos curtíssimos. Tenho me esforçado para conseguir trabalhos que poderão ser levados para a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;ecovila&lt;/span&gt; - como este blog aqui, por exemplo, e as resenhas de livros que tenho feito para a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;seção&lt;/span&gt; &lt;a title="Estante" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/estante" target="_blank"&gt;Estante&lt;/a&gt; deste site. Ou seja, não estou abrindo mão da minha profissão; estou tão somente reestruturando o peso que esse aspecto tem e terá daqui para frente.&lt;br /&gt;O trabalho fora de casa não precisa ser a razão de nossa existência. Isso não é libertação nem para mulheres nem para homens! Sinceramente, a mulher fez a revolução lá nos anos 60, quando queimou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;sutiãs&lt;/span&gt;, descobriu a pílula, usou roupas masculinas e saiu às ruas gritando “posso fazer tudo que um homem faz”. É claro que ainda existe discriminação de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;gênero&lt;/span&gt; no planeta. Mas sair de uma condição de subjugação para outra (a da dupla ou tripla jornada, a da ditadura da juventude ou da executiva &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;estressada&lt;/span&gt;) não me parece ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;exatamente&lt;/span&gt; um grande avanço.&lt;br /&gt;Talvez as mulheres tenham radicalizado demais. Quiseram tanto ser igual aos homens que simplesmente execraram alguns saberes importantes pelo caminho. Cozinhar, bordar, cuidar dos filhos e do marido virou coisa de avó e de mulherzinha atrasada. Afinal, ter uma agenda cheia é que é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;sinônimo&lt;/span&gt; de mulher bem-sucedida. E olha que não vale aqui agenda cheia de compromissos ligados ao lar, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;hein&lt;/span&gt;! Nada de supermercado, padaria, sapateiro ou costureira. O negócio da mulher deste século é frequentar academia de ginástica e ter dinheiro para pagar pelos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;bisturis&lt;/span&gt; mágicos das clínicas de estética. Será?&lt;br /&gt;Será mesmo que essa mulher foi libertada? Tenho minhas dúvidas. Penso que, passada a fase do feminismo original, está mais do que na hora de abrir uma temporada de balanço. Ser dona-de-casa não é palavrão nem castigo. Ainda mais se for algo voluntário. Tem muita mulher fazendo essa opção hoje em dia...&lt;br /&gt;Lá na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;ecovila&lt;/span&gt;, acredito que isso poderá até ser um prazer. Acordar cedo, preparar o café da manhã, dividir as tarefas do dia com o companheiro (sim, os homens também mudaram muito!), encontrar outras mulheres da comunidade para fazer pão, costurar, pintar, plantar, dançar, praticar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;yoga&lt;/span&gt;, cuidar das crianças.&lt;br /&gt;Confio muito na enorme capacidade que temos de aprender novas habilidades a cada dia e de sermos pessoas mais inteiras à medida que conseguimos dar vazão ao nosso lado criativo. Tenho fome de aprender coisas novas (que, na verdade, são bem antigas) e...inusitadas. Quer ver um exemplo? Minha avó está me ensinando a costurar. Quando eu era criança, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;vó&lt;/span&gt; Sinhá dava aulas para um punhado de mulheres. E eu sempre achei o máximo essa história de pegar um pedaço de tecido e transformá-lo em roupa. Então, resolvi tentar (&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/70808_post.shtml"&gt;já falei sobre isso&lt;/a&gt; aqui no blog). E não é que estou conseguindo aprender?! Já fiz lençóis, uma cortina para banheiro, uma saia e uma blusa. Tenho certeza, esse saber terá um valor imenso quando eu estiver morando na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;ecovila&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Na mesma toada, tenho me dedicado a aprender a cozinhar mais e melhor. Já faço vários pratos vegetarianos e me viro bem. Mas com a horta e o pomar comunitários da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;ecovila&lt;/span&gt;, vou querer aprender a desidratar frutas, fazer doces, compotas, conservas etc.&lt;br /&gt;Também ando estudando violão, por conta própria. Estudei piano dos seis aos quinze anos de idade, mas sempre soube que eu não conseguiria alegrar uma festa tocando Bach, Mozart ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Liszt&lt;/span&gt;. Então, seguindo a trilha do meu pai, que é músico, e do meu avô, que morreu como um excelente bandolinista, escolhi o instrumento de cordas como aliado para futuros encontros entre amigos.&lt;br /&gt;Por último, ingressei num curso de formação em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;yoga&lt;/span&gt;. Já pratico há uns três ou quatro anos, mas sentia falta de aprofundar o conhecimento sobre essa filosofia milenar. Ainda não sei dizer se vou me tornar professora de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;yoga&lt;/span&gt;. Mas, ao menos, sei que poderei oferecer práticas diárias para a comunidade da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;ecovila&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Em resumo, meu caminho tem sido encontrar maneiras de me conhecer e me realizar mais plenamente. Não tenho receio de parecer antiquada ou mesmo maluca. Sei que estou tentando trilhar um caminho diferente, em que cada passo é dado lentamente, dia após dia. Mas sei também que poderei contar com meu companheiro e com minhas amigas da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;ecovila&lt;/span&gt;. Posso não ser fã ardorosa de uma vassoura, mas se ela for o passaporte para um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;cotidiano&lt;/span&gt; mais pacífico e cheio de sentido, sei que posso encará-la sem problemas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/blog/gaiatos/index.shtml"&gt;http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/blog/gaiatos/index.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-6861660166436179744?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/6861660166436179744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/03/dia-internacional-de-qual-mulher.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6861660166436179744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6861660166436179744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/03/dia-internacional-de-qual-mulher.html' title='Dia Internacional de Qual Mulher?'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-1279231962299779273</id><published>2009-02-27T15:58:00.032-03:00</published><updated>2009-03-01T19:15:30.349-03:00</updated><title type='text'>Retenção e Entrega Total, num mundo sem dinheiro</title><content type='html'>Esta semana recebi um mail que bateu fundo (reproduzo abaixo na integra).&lt;br /&gt;Relatado pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;PHD&lt;/span&gt; e especialista em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Kabbalah&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Mr&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Rav&lt;/span&gt; Michael &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Laitman&lt;/span&gt;, em resposta a um aluno, ele nos mostra como o dinheiro do mundo está virando pó, e como as pessoas em todo o globo estão sofrendo e lidando com o desabar de suas tradicionais convicções. E a crise de valores que está no bastidor de tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;efleti&lt;/span&gt; sobre o processo de "entrega total" - &lt;em&gt;complete &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;surender&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; - quando ocorre uma verdadeira entrega, um apelo, uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;transferência&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;responsabilidade&lt;/span&gt; a "algo maior" no momento da crise máxima, no limiar do pânico, quando nos damos conta de que ainda não há resposta &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;plausível&lt;/span&gt; para o problema, que ainda não há luz no fim do &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;túnel&lt;/span&gt;, e que não estamos aptos a resolver sozinhos. É nesse estado de total extremo, no &lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;over&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;limit&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, que a carne se amacia, e então o ego duro pode aceitar que não sabe tudo, que não pode tudo; e então uma magia começa a acontecer!&lt;br /&gt;O guerreiro olha a sua volta em busca de apoio, e constata que não está só. Com o ego trucidado, ele é então capaz de aceitar que há algo além da matéria e ao redor de tudo e todos, uma Lei que opera os sistemas a despeito das intervenções humanas, algo mais inteligente, uma sabedoria superior, que há de ser capaz de dar um jeito e aplainar o pranto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos vivendo uma época sem precedentes, pois tudo entrou em crise. Praticamente todas as instituições estão em cheque. Vivemos uma ampla crise dos sistemas estruturantes de nossa sociedade. Uma vez já deflagrada, estamos sujeitos a eterna lei da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;ação&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;reação&lt;/span&gt;, da causa e efeito. Bancarrota do sistema financeiro global, disparada da pobreza e da fome, guerras intermináveis, terrorismo, mudanças climáticas....a lista é grande e vai longe. Para corrigir teremos que reformar ou recriar os sistemas, e restaurar o pilar perdido - a confiança. Confiar em si mesmo, nos outros, e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;naquilo&lt;/span&gt; que está ao redor (ou acima) de tudo, governando o todo. Humildade. Não somos o Ser superior. Nem individuais. Precisamos (re)conhecer a nossa essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;consciência&lt;/span&gt; mundial está se ampliando numa velocidade e escala nunca vista. Cada vez mais as pessoas aceitam que a vida não é só feita de matéria, que o Homem não está no comando, que somos seres integrais - corpo, mente, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;espírito&lt;/span&gt; - vivendo numa sociedade complexa, formada por partes interdependentes, interconectadas. E estão se mobilizando para fazer diferente, e para &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;contaminar&lt;/span&gt; positivamente outros corações e mentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ganancia de uns hoje é sentida na mesma moeda por muitos, quase que imediatamente. Então vem muita gente fazer a apologia da ética!! Vem aquela "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;verborragia&lt;/span&gt;" corporativa. Não seria &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;óbvio&lt;/span&gt; fazer "as coisas certas do jeito certo"? Fazer com o olhar além do benefício &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;próprio&lt;/span&gt;, zelando pelas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;consequências&lt;/span&gt; de nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;atos&lt;/span&gt; sob os demais? Fazendo de uma forma que possa ser duradoura e benéfica ao longo do tempo, indefinidamente? Isso é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;sustentabilidade&lt;/span&gt;, palavrinha mais usada para marketing verde do que para a noção de perenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada é tão &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;óbvio&lt;/span&gt;, e as crises estão aí para lembrar ao Homem ignorante que ele não está aqui só em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;defesa&lt;/span&gt; de seus interesses, e que os nossos problemas, que transcendem questões materiais, não serão solucionados com receitas exclusivamente materiais. Se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;fosse&lt;/span&gt; este o caso, os pacotes do Congresso Americano já teriam fechado a questão, ou algum cientista já teria aplacado o aquecimento global por meio de certa engenhoca, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, ao menos na &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;contemporaneidade&lt;/span&gt;, prevaleceu a lei do "salve-se quem puder".&lt;br /&gt;Mas a Crise &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;atual&lt;/span&gt; nos oferece a oportunidade de realizarmos uma nova forma de Ser, de Ter, de Fazer, muito além de interesses egoístas. É hora de olhar para o todo. Passado, presente e futuro. E muito além da razão. Quem ainda não se deu a chance de se questionar e de ampliar a visão, vai, mais cedo ou mais tarde, se deparar com o momento da entrega total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo a mensagem original:&lt;br /&gt;"Pergunta: Você realmente acredita num mundo sem dinheiro? Resposta do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Rav&lt;/span&gt; Michael &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Laitman&lt;/span&gt;, postando uma carta de um estudante Americano seu de longa data, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Tasha&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu trabalho numa companhia financeira que até recentemente era um dos pilares do mundo financeiro, mas que agora está se agarrando com força à cada dólar, tentando sobreviver. Há um ano, não havia uma única vaga na empresa, mas agora, um ano mais tarde, menos de um terço dos postos de trabalho estão ocupados. Demissões estão ocorrendo mensalmente e todos estão aguardando a sua vez, esperando adiar o que é inevitável e tentando resolver o problema de como alimentar os seus familiares.O que aconteceu? Por que tudo desabou? Nos foi ensinado que vivemos e trabalhamos para o dinheiro “virtual”. Mas continuamos trabalhando, e damos às pessoas a oportunidade de trabalhar e alimentar suas famílias. Então, o que mudou?O mundo material não mudou, mas os escritórios estão vazios, os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;vôos&lt;/span&gt; cancelados, e ninguém está tirando férias em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;resorts&lt;/span&gt;. Em vez disso, as pessoas estão aumentando as filas por seguro desemprego. Por que repentinamente todos estão vendo um mundo surreal? Por que o sistema “estabelecido”, onde todos recebem uns dos outros, já não funciona? O sistema &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;econômico&lt;/span&gt; universal se rompeu.Mesmo que o dinheiro flua para dentro do sistema, este não funcionará &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;corretamente&lt;/span&gt;, visto que os bancos e as empresas não confiam uns nos outros. As empresas não recebem o crédito dos bancos, e portanto não depositam seu dinheiro neles. Como resultado, tudo fecha. Em outras palavras, o sistema foi baseado, desde o início, na confiança (sobre a perspectiva de uma margem de lucro), e não no dinheiro.Mas se não há dinheiro, então por quê eu tenho de trabalhar “por caridade” (sem receber dinheiro), receber aquilo que eu preciso do armazém (sem dar dinheiro algum), e o armazém receber mercadorias de um fornecedor (sem dar dinheiro algum), para o qual eu produzi (dos quais não obtive dinheiro algum)? Será que tal sistema funcionará, onde todos trabalham por caridade e recebem aquilo que é necessário? Seria o paraíso na terra.Mas, como poderemos tentar trabalhar “por caridade”, se todos a nossa volta começarão a nos usar, e não há nenhuma garantia que receberemos de volta ao menos um pouco daquilo que precisamos? Em outras palavras, esse sistema só funcionará normalmente sob a condição de que todos os participantes aceitem trabalhar gratuitamente, esforçando-se ao máximo pela sobrevivência da sociedade e recebendo as necessidades básicas. É assim que funciona a natureza, onde as partes do todo vivem em prol da existência de todo o organismo. E se a crise continuar a se desenvolver, essa será a única solução possível.Assim, o verdadeiro problema é: como poderemos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;frear&lt;/span&gt; o nosso egoísmo e começarmos a viver ajudando e cuidando uns dos outros, em vez de nos explorarmos uns aos outros? Por que razão as pessoas estão dispostas a pisar umas nas outras a fim de conseguir mais dinheiro? Qual a importância de quantos zeros temos nas nossas contas bancárias? Qual é a diferença entre uma quantia infinitamente grande e uma ausência total de dinheiro?Uma grande soma de dinheiro dá à pessoa uma coisa: confiança de que ela e sua família terão sempre o que é necessário, que os seus filhos receberão uma educação, e ela será sustentada na terceira idade, recebendo a melhor assistência médica sempre que precisar. Assim, se houvesse uma forma de dar às pessoas a confiança de que a sociedade as sustentará com todos os princípios básicos, quanto dinheiro cada um de nós precisaria? Não precisaríamos de dinheiro algum, pois, como tem ficado claro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;atualmente&lt;/span&gt;, tudo o que excede as necessidades é apenas para o nosso prejuízo.O montante necessário é, naturalmente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;subjetivo&lt;/span&gt;. Para uma pessoa, é um segundo par de meias, e para outra, é um terceiro Mercedes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Benz&lt;/span&gt;. No entanto, se a humanidade chegar ao ponto onde a única maneira de sobreviver for através do consumo mínimo, então todos acabarão percebendo aquilo que é necessário para elas apenas como uma oportunidade de proporcionar o maior benefício para a sociedade. Então, onde está aquela força mágica que pode mudar a nossa essência, de consumo para doação, onde todos se preocupam com todos?Ela não existe em nosso interior. Só podemos depositar nossas esperanças na força que nos criou, criou todo esse mundo, e toda a criatura viva, com essa imensa sabedoria. É a força que está empurrando a humanidade a se desenvolver para um novo nível qualitativo, ainda despercebido por nós. Precisamos da Luz em nossa escuridão. É a Luz que nos corrigirá e nos levará a um novo mundo, com novos relacionamentos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte da mensagem: Magma&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-1279231962299779273?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/1279231962299779273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/retencao-e-entrega-total-num-mundo-se.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/1279231962299779273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/1279231962299779273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/retencao-e-entrega-total-num-mundo-se.html' title='Retenção e Entrega Total, num mundo sem dinheiro'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-8042348416884964250</id><published>2009-02-12T19:15:00.003-02:00</published><updated>2009-02-12T19:21:04.706-02:00</updated><title type='text'>Entrada na Era de Aquario (Age of Aquarius)</title><content type='html'>Alinhamento Aquariano de 14/fev/2009 por Jude Currivan PhD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No alvorecer do dia 14/fevereiro, dia dedicado à São Valentim nos Estados Unidos e Europa (Valentine´s Day, o patrono e Santo do Amor) a lua em Libra entra na sétima casa dos relacionamentos; Jupiter e Marte estarão alinhados no signo de Aquarius na décima segunda casa da transformação espiritual. Quarenta anos atrás, as palavras intuitivas de uma canção chamada Aquarius, trouxe o alvorecer da Nova Era ao Consciente Coletivo : "When the Moon is in the seventh house and Jupiter aligns with Mars.Then peace will guide the planets and love will steer the stars "&lt;br /&gt;" Quando a Lua estiver na sétima casa e Jupiter se alinhar com Marte,Então a PAZ guiará os planetas e o Amor varrerá as estrelas "&lt;br /&gt;No alvorecer do dia 14/fevereiro, o Cosmos realmente vai personificar este perfeito alinhamento que irá apoiar nossa manifestação coletiva de Amor e PAZ, no alvorecer da Era de Aquarius. O mapa astral do dia 14/fev que revela uma incrível concentração de influências cósmicas combinadas com as energias de Aquarius na décima segunda casa. Júpiter, o planeta da expansão, e Marte, o planeta da energia estarão alinhados com o objetivo mais elevado. A presença de Quíron, o curador ferido, nos oferece a oportunidade de curar os fatos que nos separaram durante tanto tempo de nós mesmos e do todo. Netuno enfatiza os movimentos humanitários coletivos e a co-criação da justiça social. A presença do SOL ilumina todo este alinhamento especial. Mercúrio, também na décima segunda casa, porém em Capricórnio, se alinha com Plutão que significa Transformação para se comunicar e ancorar a MUDANÇA através de nossas estruturas globais e instituições. A Lua em Libra na sétima casa enfatiza o início de relacionamentos harmoniosos. Venus em Áries na primeira casa energiza e dá Poder à co-criatividade e ao dinamismo. Saturno, o grande mestre do trabalho em oposição à Urano, o desperto inesperado, sugere uma série de confrontações dos velhos paradigmas que não são mais sustentados, entregando-se ao novo paradigma com novas esperanças. Sua colocação entre Virgem e Peixes traz altruísmo prático e inspiração visionária nesta transição. Durante os 18 minutos do alinhamento, eu convido você, em seu coração universal, para colocar sua intenção de AMOR e PAZ e juntos CO-CRIARMOS O ALVORECER DA ERA DE AQUARIUS no Cosmos. Na forma que mais for apropriada para você, energize este momento com suas INTENÇÕES E ORAÇÕES e juntos criaremos uma onda de energia que abraçará a Mãe Terra. Sinta-se à vontade para circular esta informação e nosso convite para este incrível evento Cósmico: O ALVORECER DA ERA DE AQUARIUS, conforme cantado há 40 anos na música AQUARIUS...&lt;br /&gt;Participe deste grande MOMENTUM e CO-CRIE SUA NOVA REALIDADE E SUA NOVA VIDA NA MÃE TERRA."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembram da musica "Age of Aquarius", do filme Hair?&lt;br /&gt;Olhe só: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=EhbxI5eVnM4"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=EhbxI5eVnM4&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-8042348416884964250?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/8042348416884964250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/entrada-na-era-de-aquario-age-of.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8042348416884964250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8042348416884964250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/entrada-na-era-de-aquario-age-of.html' title='Entrada na Era de Aquario (Age of Aquarius)'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-6436786796276373350</id><published>2009-02-06T17:56:00.002-02:00</published><updated>2009-02-06T18:00:02.410-02:00</updated><title type='text'>"O líder globalmente responsável – Uma Chamada para a Ação"</title><content type='html'>Compartilho abaixo iniciativa da FDC - Fundação Don Cabral, na disseminação da convocação da comunidade empresarial para engajamento no processo de construção da nova sociedade. Preciso e inspirador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Segue o Manifesto que o GRLI (Globally Responsible Leadership Initiative) decidiu lançar neste momento de crise mundial. O GRLI é uma única comunidade global de ação e de aprendizagem, constituído por organizações (os sócios) que trabalham individualmente, em pares e coletivamente, cuja missão é promover e apoiar o desenvolvimento de criar uma próxima geração de líderes globalmente responsáveis. É criada como uma fundação de interesse público, com sede na Bélgica. No Brasil, tem o apoio da Fundação Dom Cabral no desenvolvimento de seus trabalhos acadêmicos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A competitiva economia de mercado, nosso atual modelo de desenvolvimento, vem demonstrando uma criatividade contínua, ao mesmo tempo em que vem ocorrendo uma turvação progressiva de sua conexão com o bem-comum global, e uma perda significativa em nossa capacidade de regular o modelo. Se não houver uma profunda transformação, tal modelo, até então bem sucedido, corre o risco de se tornar insustentável, e de perder sua legitimação moral e política. Convidamos líderes de negócios, de políticas, da sociedade civil e da educação a se unirem a nossos esforços de catalizar este processo de mudança.   O sistema, como um todoA competitiva economia de mercado apresenta muitas vantagens: criatividade, produtividade, potencial de crescimento e flexibilidade. Empreendedorismo e inovação estão no coração deste sistema. Em uma economia de mercado, a empresa é o agente da evolução técnica e econômica. Por um longo tempo, presumiu-se que as ações da empresa, automaticamente, se prestavam ao bem-comum, graças às virtudes do mercado, e à sua famosa “mão invisível”. Hoje, esta conexão está se tornando bem menos nítida. A globalização, o crescimento da tecnologia da informação e a ausência de uma regulamentação mundial conferem às empresas um poder – e uma liberdade – para agirem, sem precedentes. Algumas empresas exercitam este poder de acordo com seus próprios critérios: lucratividade, competitividade e valor aos acionistas, freqüente e crescentemente em um curto prazo, impulsionadas pelas exigências de relatórios trimestrais de analistas financeiros.  Essa lógica tornou-se dominante. Ela nos impôs um modelo de desenvolvimento cujo único propósito é o seu próprio dinamismo e efetividade.  Guiado unicamente pela lógica instrumental, o modelo se torna crescentemente ambíguo e paradoxal. Ao mesmo tempo em que produz mais riquezas do que nunca, e assegura um crescimento sem precedentes, ele polui, exclui e freqüentemente encoraja a opressão e a injustiça social. Ele promove uma corrida desesperada, que não mais apresenta um objetivo visível, ou raison d’être, além do valor ao acionista a qualquer preço. Esta medida, por seu curtíssimo prazo, não mais reflete o verdadeiro valor de uma empresa em termos de sua contribuição para a sociedade. Ao tornar-se global, o nosso modelo de desenvolvimento revelou seus limites e contradições. Sua extraordinária capacidade de criação de riquezas, seu dinamismo internacional e empreendedorismo estão produzindo efeitos colaterais sistêmicos não desejados, que preocupam muitos e revoltam outros.  Devido ao fato de a experiência recente ter demonstrado que o modelo atual não conduz a um equilíbrio que sirva ao bem comum, a GRLI (The Globally Responsible Leadership Initiative) argumenta que há uma necessidade urgente de se conceber e implementar um modelo de desenvolvimento mais sustentável e social. Esta é a base de nosso chamado para a ação.&lt;br /&gt;Liderança globalmente responsávelA atual crise financeira demonstrou que o ideal de um sistema auto-regulatório nos levou a um fracasso em um nível global, com implicações a longo prazo no desenvolvimento econômico e no bem-estar da humanidade. No coração deste fracasso está a ausência de responsabilidade e de liderança. Precisamos de lideranças mais responsáveis para implementar um modelo mais abrangente para o desenvolvimento sustentável. Isto requer uma profunda mudança nas mentalidades e comportamentos dos indivíduos, bem como na cultura corporativa geral. O que é necessário é que tanto os indivíduos quanto as organizações assumam sua responsabilidade perante o Bem Comum.  Uma liderança globalmente responsável exige que a mudança cultural e a evolução nas mentalidades se baseiem na revisão de três áreas: primeiro, na raison d’être da empresa; segundo, na liderança como representante e catalizadora de valores e responsabilidades na organização; e terceiro, na atuação como estadista corporativo para expandir o debate e o diálogo com a sociedade como um todo. 1.  Revendo a raison d’être da empresaO objetivo precípuo da empresa é o de contribuir para o bem-estar geral através do progresso econômico. O valor aos acionistas é apenas uma de diversas medidas de desempenho. Ações empreendedoras são definidas em termos de iniciativa, dinamismo e inovação. Temos que retornar ao coração da ação empreendedora, que é a criatividade em um mundo real de bens e serviços, em oposição a uma lógica de pura especulação financeira. Esse conceito de progresso nos permitirá identificar a contribuição específica de uma empresa à sociedade – a função que ela, sozinha, é capaz de cumprir, e que a diferencia das demais organizações tais como governo, sindicatos, universidades, ONGs e outras.  Recolocar a economia em uma perspectiva de bem comum requer o exercício de responsabilidade global. Estabelecer os alvos e o objetivo do progresso econômico envolve o alinhamento deste progresso ao contexto maior do progresso social. A economia é apenas uma parte do todo, e não pode dominar a sociedade humana impondo sua visão restrita de equiparação de progresso a crescimento dos lucros. Existem outras formas de progresso, por exemplo, no domínio da cultura, sociedade, política, espiritualidade, educação e saúde. Apesar de o progresso financeiro de uma empresa encorajar alguns deles, ele não abrange todo o campo do progresso humano. Nós também vimos que desvios do sistema atual podem gerar regressão e levar a situações negativas, ou até mesmo destrutivas. Devemos parar de afirmar que, para responder aos desafios globais, temos apenas que acreditar na engenhosidade técnica e indicações do mercado. Devemos parar de alegar que há uma convergência quase automática entre criatividade econômica e o desenvolvimento global da humanidade. A empresa apenas se tornará reponsável ao se comprometer com uma visão totalmente abrangente do progresso social e do desenvolvimento sustentável. É nessa perspectiva que a GRLI apóia a formulação do objetivo dos negócios globalmente responsáveis nos seguintes termos: “Criar progresso econômico e social de forma sustentável e globalmente responsável”. 2. Liderança e adequação éticaLiderança responsável implica embasar as ações em um sistema de valores que reconhece a interdependência societária e o desenvolvimento sustentável a longo prazo. Se a empresa desejar atribuir um significado às suas ações, se ela quiser atribuir um objetivo ao progresso econômico alinhando-o ao progresso social, a ética é essencial para iluminar escolhas difícieis e guiar o comportamento. A questão ética principal de nosso tempo é escolher que tipo de mundo queremos construir juntos, com a imensa gama de recursos que temos à nossa disposição…   Os humanos, as sociedades e suas ações constroem – ou destroem – o mundo. Somos responsáveis pelo futuro e pela sociedade que criamos. Esta responsabilidade se torna tanto maior conforme aumenta nossa criatividade, recursos e poder. O conceito tradicional de ética é insuficiente, pois está adstrito às conseqüências imediatas das ações no ambiente que nos cerca. Ciência, tecnologia e globalização impõem questões radicalmente novas que nos forçaram a olhar além desta limitada concepção e levar em consideração a interconexão global.Recusar-se a incorporar a ética ao funcionamento de uma empresa, sob o pretexto de que a economia tem sua própria lógica é o mesmo que se trancar em uma abordagem instrumental (a ideologia de mercado), o que retira da empresa a sua legitimidade social, e pode levar a fracassos espetaculares. A ética não se restringe a convicções ou valores, mas é essencial para a sustentabilidade das companhias a longo prazo. 3. Estadista Corporativo Trata-se da organização como contribuinte ativa para a evolução e para o bem-estar social. A empresa responsável aceita um debate aberto sempre que suas ações possam acarretar importantes conseqüência sociais. Novos tipos de diálogo, que inclui representantes da sociedade civil (tais como ONG´s, universidades, organizações religiosas) e instituições internacionais, precisam ser trazidas à discussão com parceiros sociais e governos. Tal abordagem deve, obviamente, ir além da estrutura nacional. Uma transformação voluntária é necessária, mas não mais será suficiente para melhorar o sistema. Também necessitamos de vontade política traduzida em regulamentações e governança mundial. Ao invés de se limitar a ações de lobby, a companhia responsável participa pró - ativamente na preparação e implementação das normas globais necessárias, em colaboração com todos os interessados. Isto inclui ouvir atentamente e contribuir para o debate público. É neste sentido que os líderes responsáveis devem desenvolver uma nova capacidade de atuação como estadistas.&lt;br /&gt;Conclusão e compromisso com um diálogo criticamente construtivo Ao desenvolver esta necessária mudança cultural, é importante não perder de vista que estamos nos referindo a um processo de questionamentos em andamento, através do diálogo entre vários atores interessados (isto é, o mundo político, atores econômicos, e viabilizadores sociais). Importante também que esta mudança implica repensar, necessariamente, o modo como os líderes de negócios, politicos e sociais são educados e treinados. Concretamente, a GRLI acredita que as escolas de negócios deveriam focar na educação completa da pessoa, como empresários, líderes e estadistas corporativos. Liderança é a arte de motivar, comunicar, conferir poderes e convencer as pessoas a se engajarem em uma nova visão de desenvolvimento sustentável, e a necessária mudança que ela acarreta. Liderança se baseia em autoridade moral. Autoridade moral requer convicções, caráter e talento. Todos que já se engajaram em ações sabem que grandes líderes talvez devam parte de sua autoridade mais às suas qualidades pessoais, que às suas competências técnicas e intelectuais. Esta tem sido uma constante por toda a história da humanidade.À luz de tudo isso, e percebendo a urgência com a qual o sistema em falência precisa ser modificado e adaptado às necesidades humanas em uma economia globalizada, nós, líderes corporativos, escolas de negócios e instituições de aprendizagem chamamos para a ação nos comprometendo a:  (1)  Melhorar os fatores de mudança que nos ajudarão a implementar um modelo de desenvolvimento mais sustentável(2)  Embutir os valores e comportamentos adequados em nossas estratégias e práticas gerenciais (3)  Desenvolver uma pedagogia e um currículo que possibilite o desenvolvimento da liderança responsável(4)                       Trocar inovações, boas práticas e casos em negócios e educação, e compartilhá-los com nossos parceiros e com o público em geral através do desenvolvimento de fóruns para um diálogo crítico e construtivo.   Nossa chamada para a ação visa reforçar as forças de nosso sistema empresarial enquanto corrige os defeitos e excessos financeiros deste sistema. Nós nos empenhamos em alcançar isto através do aprimoramento da responsabilidade em todos os níveis."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo é resultado de discussões em grupo na  GRLI, baseadas em três documentos:: “Uma chamada para o engajamento” (GRLI, 2005)“Aprendendo para o amanhã: Aprendizado para a pessoa completa Whole Person Learning’ (Bryce Taylor, Oasis Press, 2006)“Prometeu deve ser acorrentado?” (Philippe de Woot, Palgrave)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-6436786796276373350?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/6436786796276373350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/o-lider-globalmente-responsavel-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6436786796276373350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/6436786796276373350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/o-lider-globalmente-responsavel-uma.html' title='&quot;O líder globalmente responsável – Uma Chamada para a Ação&quot;'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-8856356792838465400</id><published>2009-02-06T17:49:00.003-02:00</published><updated>2009-02-06T17:54:18.473-02:00</updated><title type='text'>Integridade para o corpo, a respiração e a mente</title><content type='html'>Amigos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou voltando a ministrar aulas de yoga. Pratico regularmente há oito anos. Recebi Iniciação em Kriya Yoga de Babaji no Brasil, em 1º., 2º. e 3º., nível, pela Kriya Yoga Order of Acharyas, Canadá. Fui instrutora de Ashtanga Yoga para funcionários e profissionais de saúde do Hospital Israelita Albert Einstein (2003-04). Mo mesmo período, atuei em academias e ministrei aulas particulares. Realizei formação em Educação Física pela FMU, por meio de extensão universitária em convênio com o Conselho Regional de Educação Física (CREF/SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido os interessados a conhecer a prática. Ofereço aulas 3ªs.feiras às 19h e 5as. feiras às 7:30, com uma hora e meia de duração.&lt;br /&gt;Nestas aulas praticamos Hatha Yoga com ênfase na técnica de Ashtanga Vinyasa, uma modalidade dinâmica que combina posturas físicas sincronizadas com respiração consciente e técnicas de concentração, ideal para aliar o condicionamento e alongamento do corpo físico ao relaxamento da mente. A prática regular torna o corpo mais forte e flexível, melhora a postura, desenvolve maior equilíbrio físico e emocional, libera toxinas e favorece um profundo descanso mental, trazendo harmonia e bem-estar. Sempre que necessário, as posturas serão personalizadas para cada aluno, de acordo com sua condição física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Av Pedroso de Morais, 344 cj 6 – Pinheiros.&lt;br /&gt;Trata-se de em espaço dedicado à prática de yoga e à técnicas terapêuticas, coordenado por Sharanadevi, terapeuta corporal e acharya da Ordem de Kriya Yoga de Babaji no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favor confirmar presença: tel. (11) 3812-1313 ou e-mail &lt;a href="mailto:sharanadevi@babajiskriyayoga.net"&gt;sharanadevi@babajiskriyayoga.net&lt;/a&gt;, pois restam poucas vagas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;Clarissa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-8856356792838465400?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/8856356792838465400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/integridade-para-o-corpo-respiracao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8856356792838465400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/8856356792838465400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/02/integridade-para-o-corpo-respiracao-e.html' title='Integridade para o corpo, a respiração e a mente'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-7213448658718630605</id><published>2009-01-17T03:08:00.022-02:00</published><updated>2009-02-06T16:01:03.402-02:00</updated><title type='text'>Consciência, bem estar e autorealização</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#003333;"&gt;Diz o senso comum que a "culpa" é sempre do vizinho. Achamos que o motivo que nos leva a sofrer é sempre externo e justificamos nossas atitudes no outro – aconteceu isso, ele falou aquilo...sem nos darmos conta de que a interpretação de tudo o que acontece ocorre dentro da própria mente.&lt;br /&gt;A mente é uma janela para observamos o mundo. Quando as vidraças estão turvas e bloqueiam a clara percepção, sobram erros de avaliação, dúvida excessiva, ansiedade, medo, angústia, frustração, raiva e até idéias obsessivas. Acabamos presos num ambiente interno conflituoso. Podemos sentir dificuldade de manter o autocontrole, e lidar com as pessoas se torna um desafio.&lt;br /&gt;O corpo sente na pele as conseqüências desta avalanche de sensações – a respiração fica mais curta, acelerada. A musculatura se contrai e uma inquietação toma conta de tudo. Passado o momento, as emoções vão cedendo e acabamos retornando ao nosso estado "normal". Mas parte da tensão sempre fica, e ainda temos que arcar com as conseqüências de nossas ações.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#003333;"&gt;O ambiente profissional nas grandes empresas traz dificuldades ainda maiores no lidar com as situações do dia-a-dia. Desgastes nas relações podem levar a pessoa ao isolamento ou a manter uma máscara &lt;em&gt;fake&lt;/em&gt; e desconfortável para buscar aceitação. O condicionamento social a impede de reajir com naturalidade diante de ameaças ou obstáculos. Somado à complexidade das atividades e à pressão por desempenho, tende a alterar constantemente o clima interno - e externo. Quando este contexto é permanente se instala facilmente o &lt;em&gt;stress&lt;/em&gt;, que em níveis mais profundos afeta todo o potencial do indivíduo, seu sistema imunológico, vida afetiva e, a longo prazo, pode comprometer a própria vida.&lt;br /&gt;Mas o que fazer? Lamentar e passar a vida criticando os eventos e o comportamento dos outros, depositando grandes expectativas em algo que está fora de nós, só leva à impotência e nada contribui para melhorar o bem estar e a capacidade de nos relacionarmos com clareza e sucesso.&lt;br /&gt;As mudanças em direção a um maior contentamento começam com o auto-desenvolvimento, um processo de (re)tomada de consciência que deve ser relevante para cada um. Com disciplina pessoal é possível adestrar cada aspecto de nosso Ser, começando pela parte mais densa – o corpo -, seguindo pela harmonização da respiração, chegando enfim a clarear a mente. Cada parte de nosso todo afeta uma à outra. Um estado emocional, por exemplo, corresponde a determinado padrão respiratório. Então, podemos acalmar a raiva respirando lenta e profundamente pelas narinas; ganhar mais “jogo de cintura” tornando o corpo firme e flexível; ampliar a visão cultivando a contemplação atenta dos próprios pensamentos, discernindo o que é realidade do que é ilusão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;Praticar uma nova percepção, ampliando a capacidade de escutar o real significado das expressões do outro, nos leva a outro patamar de compreensão, a escolhas mais conscientes, a fazer o melhor uso de nossa própria energia. Esta direção, rumo a um estado de integridade, com presença de espírito e segurança para lidar com equilíbrio nas diversas situações, começa pela decisão de cada um. Todos são dotados de infinita sabedoria interna, criatividade e capacidade de reflexão que podem ser revelados para transformar sua realidade.&lt;br /&gt;É preciso ter disposição - um verdadeiro protagonismo individual -, para remover os obstáculos à clara percepção, que são a causa básica das perturbações. O grande prêmio a ser usufruído é a auto-realização – sensação constante de integração, liberdade, paz e felicidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#330000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-7213448658718630605?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/7213448658718630605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/01/conscincia-bem-estar-e-desempenho-no.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/7213448658718630605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/7213448658718630605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/01/conscincia-bem-estar-e-desempenho-no.html' title='Consciência, bem estar e autorealização'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1880465121161252080.post-5465143511210508086</id><published>2009-01-16T19:17:00.007-02:00</published><updated>2009-01-17T18:07:32.954-02:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade de quem?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;A ignorância humana (o “não-saber”), calcada na ilusão da fragmentação, da separação da parte do todo, é a raiz de todos os problemas que nós mortais enfrentamos e nos empurra para uma situação cada vez mais insustentável. É o berço da miséria, da guerra e da destruição do ambiente. Catalisada pela arrogância e pela ganância, coloca em risco a sobrevivência de todo o ecossistema do qual nossa espécie, contrariando o que aprendemos na escola, é parte (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;inter&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;)dependente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto persistir a incapacidade do Homem de se perceber como parte de um sistema maior, que tece a teia da vida por meio da lei da a&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e r&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;eação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, não haverá solução. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;A Humanidade está diante do ponto de mutação, da inevitável escolha entre o renascimento e a autodestruição. E parece não se perceber o sentido de urgência. Este parto depende da ampliação da consciência individual em escala global. Mudar a forma de pensar e de agir em todos os âmbitos. Certamente isto inclui uma nova forma de produzir, de consumir, de transitar. Gerar um sistema &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;econômico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e de trabalho que cuide de nosso bem estar físico, mental e emocional, bem como da qualidade de nossa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;interação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; social e com o ambiente a que pertencemos, base para que possa haver felicidade e perenidade. Que vida queremos viver? Para que? E até quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magnitude da mudança desafia a própria natureza humana. Trata-se de superarmos a ilusão da fragmentação, e seu maior sintoma - o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;egoísmo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;cronico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;caracteriza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; a época &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;atual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Autoconhecimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; para compreender e desenvolver o potencial humano em toda a sua magnitude. Resgatar a nossa essência. Somos somente um monte de carne dedicada a fazer dinheiro e a satisfazer necessidades fisiológicas básicas? Reconciliar a ciência com a religião. Ir além do materialismo. Somente como parte integrante do todo é que poderemos gerar um sentido de participação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;coletiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; na construção e manutenção do novo modelo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;E a responsabilidade, é de quem? Dos governos? Das empresas, dos mercados? Qualquer forma de organização é feita por pessoas, algo ó&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;bvio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; mas constantemente esquecido. Ou melhor, ignorado. Carecemos de lideranças que possam ventilar a nova visão aos quatro ventos, e mobilizar as massas. Afinal, a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#003333;"&gt;Terra continuará a sua jornada de bilhares de ano, a despeito de nossa ignorância. Somente mudando o humano mudaremos o mundo. E para isso, precisamos desenvolver a nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1880465121161252080-5465143511210508086?l=sustentabilidadedoser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/feeds/5465143511210508086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/01/sustentabilidade-de-quem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5465143511210508086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1880465121161252080/posts/default/5465143511210508086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sustentabilidadedoser.blogspot.com/2009/01/sustentabilidade-de-quem.html' title='Sustentabilidade de quem?'/><author><name>Clarissa Jnaneshvari Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07814851587555962550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_c3siGCvQWEI/SXDt8iE54kI/AAAAAAAAAAM/OLwzARltxwo/S220/clarissa2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
